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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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World English Bible -
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1
|Lucas 6:1|
Now it happened on the second Sabbath after the first, that he was going through the grain fields. His disciples plucked the heads of grain, and ate, rubbing them in their hands.
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2
|Lucas 6:2|
"But some of the Pharisees said to them, "Why do you do that which is not lawful to do on the Sabbath day?"
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3
|Lucas 6:3|
"Jesus, answering them, said, "Haven't you read what David did when he was hungry, he, and those who were with him;"
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4
|Lucas 6:4|
"how he entered into the house of God, and took and ate the show bread, and gave also to those who were with him, which is not lawful to eat except for the priests alone?"
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5
|Lucas 6:5|
"He said to them, "The Son of Man is lord of the Sabbath."
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6
|Lucas 6:6|
It also happened on another Sabbath that he entered into the synagogue and taught. There was a man there, and his right hand was withered.
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7
|Lucas 6:7|
The scribes and the Pharisees watched him, to see whether he would heal on the Sabbath, that they might find an accusation against him.
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8
|Lucas 6:8|
"But he knew their thoughts; and he said to the man who had the withered hand, "Rise up, and stand in the middle." He arose and stood."
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9
|Lucas 6:9|
"Then Jesus said to them, "I will ask you something: Is it lawful on the Sabbath to do good, or to do harm? To save a life, or to kill?"
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10
|Lucas 6:10|
"He looked around at them all, and said to the man, "Stretch out your hand." He did, and his hand was restored as sound as the other."
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva