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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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World English Bible -
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41
|Marcos 14:41|
"He came the third time, and said to them, "Sleep on now, and take your rest. It is enough. The hour has come. Behold, the Son of Man is betrayed into the hands of sinners."
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42
|Marcos 14:42|
"Arise, let us be going. Behold, he who betrays me is at hand."
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43
|Marcos 14:43|
Immediately, while he was still speaking, Judas, one of the twelve, came--and with him a multitude with swords and clubs, from the chief priests, the scribes, and the elders.
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44
|Marcos 14:44|
"Now he who betrayed him had given them a sign, saying, "Whoever I will kiss, that is he. Seize him, and lead him away safely."
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45
|Marcos 14:45|
"When he had come, immediately he came to him, and said, "Rabbi! Rabbi!" and kissed him."
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46
|Marcos 14:46|
They laid their hands on him, and seized him.
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47
|Marcos 14:47|
But a certain one of those who stood by drew his sword, and struck the servant of the high priest, and cut off his ear.
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48
|Marcos 14:48|
"Jesus answered them, "Have you come out, as against a robber, with swords and clubs to seize me?"
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49
|Marcos 14:49|
"I was daily with you in the temple teaching, and you didn't arrest me. But this is so that the Scriptures might be fulfilled."
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50
|Marcos 14:50|
They all left him, and fled.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva