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World English Bible -
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1
|Neemias 6:1|
"Now it happened, when it was reported to Sanballat and Tobiah, and to Geshem the Arabian, and to the rest of our enemies, that I had built the wall, and that there was no breach left therein; (though even to that time I had not set up the doors in the gates;)"
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2
|Neemias 6:2|
"that Sanballat and Geshem sent to me, saying, "Come, let us meet together in [one of] the villages in the plain of Ono." But they intended to harm me."
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3
|Neemias 6:3|
"I sent messengers to them, saying, "I am doing a great work, so that I can't come down. Why should the work cease, while I leave it, and come down to you?"
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4
|Neemias 6:4|
"They sent to me four times after this sort; and I answered them the same way."
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5
|Neemias 6:5|
Then Sanballat sent his servant to me the same way the fifth time with an open letter in his hand,
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6
|Neemias 6:6|
"in which was written, "It is reported among the nations, and Gashmu says it, that you and the Jews intend to rebel. Because of that, you are building the wall. You would be their king, according to these words."
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7
|Neemias 6:7|
"You have also appointed prophets to preach of you at Jerusalem, saying, 'There is a king in Judah!' Now it will be reported to the king according to these words. Come now therefore, and let us take counsel together."
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8
|Neemias 6:8|
"Then I sent to him, saying, "There are no such things done as you say, but you imagine them out of your own heart."
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9
|Neemias 6:9|
"For they all would have made us afraid, saying, "Their hands will be weakened from the work, that it not be done. But now, [God], strengthen my hands."
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10
|Neemias 6:10|
"I went to the house of Shemaiah the son of Delaiah the son of Mehetabel, who was shut in at his home; and he said, "Let us meet together in the house of God, within the temple, and let us shut the doors of the temple; for they will come to kill you; yes, in the night will they come to kill you."
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva