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World English Bible -
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16
|Neemias 6:16|
"It happened, when all our enemies heard [of it], that all the nations that were about us feared, and were much cast down in their own eyes; for they perceived that this work was worked of our God."
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17
|Neemias 6:17|
Moreover in those days the nobles of Judah sent many letters to Tobiah, and [the letters] of Tobiah came to them.
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18
|Neemias 6:18|
"For there were many in Judah sworn to him, because he was the son-in-law of Shecaniah the son of Arah; and his son Jehohanan had taken the daughter of Meshullam the son of Berechiah as wife."
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19
|Neemias 6:19|
Also they spoke of his good deeds before me, and reported my words to him. Tobiah sent letters to put me in fear.
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1
|Neemias 7:1|
Now it happened, when the wall was built, and I had set up the doors, and the porters and the singers and the Levites were appointed,
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2
|Neemias 7:2|
"that I put my brother Hanani, and Hananiah the governor of the castle, in charge of Jerusalem; for he was a faithful man, and feared God above many."
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3
|Neemias 7:3|
"I said to them, "Don't let the gates of Jerusalem be opened until the sun is hot; and while they stand guard, let them shut the doors, and you bar them: and appoint watches of the inhabitants of Jerusalem, everyone in his watch, with everyone near his house."
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4
|Neemias 7:4|
"Now the city was wide and large; but the people were few therein, and the houses were not built."
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5
|Neemias 7:5|
My God put into my heart to gather together the nobles, and the rulers, and the people, that they might be reckoned by genealogy. I found the book of the genealogy of those who came up at the first, and I found written therein:
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6
|Neemias 7:6|
"These are the children of the province, who went up out of the captivity of those who had been carried away, whom Nebuchadnezzar the king of Babylon had carried away, and who returned to Jerusalem and to Judah, everyone to his city;"
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva