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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Young's Literal Translation -
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|1 Coríntios 7:11|
but and if she may separate, let her remain unmarried, or to the husband let her be reconciled, and let not a husband send away a wife.
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|1 Coríntios 7:12|
And to the rest I speak -- not the Lord -- if any brother hath a wife unbelieving, and she is pleased to dwell with him, let him not send her away;
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|1 Coríntios 7:13|
and a woman who hath a husband unbelieving, and he is pleased to dwell with her, let her not send him away;
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|1 Coríntios 7:14|
for the unbelieving husband hath been sanctified in the wife, and the unbelieving wife hath been sanctified in the husband; otherwise your children are unclean, but now they are holy.
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|1 Coríntios 7:15|
And, if the unbelieving doth separate himself -- let him separate himself: the brother or the sister is not under servitude in such [cases], and in peace hath God called us;
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|1 Coríntios 7:16|
for what, hast thou known, O wife, whether the husband thou shalt save? or what, hast thou known, O husband, whether the wife thou shalt save?
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|1 Coríntios 7:17|
if not, as God did distribute to each, as the Lord hath called each -- so let him walk; and thus in all the assemblies do I direct:
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|1 Coríntios 7:18|
being circumcised -- was any one called? let him not become uncircumcised; in uncircumcision was any one called? let him not be circumcised;
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|1 Coríntios 7:19|
the circumcision is nothing, and the uncircumcision is nothing -- but a keeping of the commands of God.
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|1 Coríntios 7:20|
Each in the calling in which he was called -- in this let him remain;
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva