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Young's Literal Translation -
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18
|1 João 4:18|
fear is not in the love, but the perfect love doth cast out the fear, because the fear hath punishment, and he who is fearing hath not been made perfect in the love;
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19
|1 João 4:19|
we -- we love him, because He -- He first loved us;
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20
|1 João 4:20|
if any one may say -- `I love God,` and his brother he may hate, a liar he is; for he who is not loving his brother whom he hath seen, God -- whom he hath not seen -- how is he able to love?
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21
|1 João 4:21|
and this [is] the command we have from Him, that he who is loving God, may also love his brother.
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1
|1 João 5:1|
Every one who is believing that Jesus is the Christ, of God he hath been begotten, and every one who is loving Him who did beget, doth love also him who is begotten of Him:
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2
|1 João 5:2|
in this we know that we love the children of God, when we may love God, and His commands may keep;
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3
|1 João 5:3|
for this is the love of God, that His commands we may keep, and His commands are not burdensome;
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4
|1 João 5:4|
because every one who is begotten of God doth overcome the world, and this is the victory that did overcome the world -- our faith;
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5
|1 João 5:5|
who is he who is overcoming the world, if not he who is believing that Jesus is the Son of God?
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6
|1 João 5:6|
This one is he who did come through water and blood -- Jesus the Christ, not in the water only, but in the water and the blood; and the Spirit it is that is testifying, because the Spirit is the truth,
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva