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Young's Literal Translation -
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1
|1 Pedro 4:1|
Christ, then, having suffered for us in the flesh, ye also with the same mind arm yourselves, because he who did suffer in the flesh hath done with sin,
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2
|1 Pedro 4:2|
no more in the desires of men, but in the will of God, to live the rest of the time in the flesh;
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3
|1 Pedro 4:3|
for sufficient to us [is] the past time of life the will of the nations to have wrought, having walked in lasciviousnesses, desires, excesses of wines, revelings, drinking-bouts, and unlawful idolatries,
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4
|1 Pedro 4:4|
in which they think it strange -- your not running with them to the same excess of dissoluteness, speaking evil,
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5
|1 Pedro 4:5|
who shall give an account to Him who is ready to judge living and dead,
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6
|1 Pedro 4:6|
for for this also to dead men was good news proclaimed, that they may be judged, indeed, according to men in the flesh, and may live according to God in the spirit.
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7
|1 Pedro 4:7|
And of all things the end hath come nigh; be sober-minded, then, and watch unto the prayers,
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8
|1 Pedro 4:8|
and, before all things, to one another having the earnest love, because the love shall cover a multitude of sins;
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9
|1 Pedro 4:9|
hospitable to one another, without murmuring;
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10
|1 Pedro 4:10|
each, according as he received a gift, to one another ministering it, as good stewards of the manifold grace of God;
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Sugestões

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28 de outubro LAB 667
RESSURREIÇÃO PROFUNDA
Lucas 23-24
Donald Grey Barnhouse estava dirigindo seus filhos até o velório da mãe deles. Num cruzamento da estrada um enorme caminhão passou pela frente deles, temporariamente passando uma grande sombra pelo carro em que estavam. Barnhouse perguntou aos filhos, "Você preferia que a sombra do caminhão ou o próprio caminhão passasse por cima de vocês?" "É claro, a sombra," eles responderam. "É isso que aconteceu conosco," falou Barnhouse. "O falecimento de mamãe é apenas a sombra da morte. O pecador perdido é atropelado pelo próprio caminhão." (Larson, Craig Brian, editor em "Illustrations for Preaching and Teaching from Leadership Journal," Grand Rapids: Baker Book House, 1993, p. 55).
Que garantia temos para dizer isto? Ela está no ponto alto dos dois capítulos que você lê hoje, na sua Bíblia: a ressurreição de Cristo. Don Emmitte, em “Living Illustrations for Effective Preaching” faz lembrar que “se a Páscoa disser qualquer coisa para nós, é que Jesus estará sempre conosco. As pirâmides do Egito são famosas porque abrigaram os corpos mumificados dos antigos reis do Egito. A Catedral de Westminster em Londres é reverenciada porque lá jazem os corpos da nobreza e de Britânicos famosos. O mausoléu de Maomé é notável pelo caixão de pedra e os ossos que contém. O cemitério de Arlington em Washington nos EUA é venerado como o lugar de descanso de muitos Americanos famosos. Mas, o sepulcro de Jesus é famoso, justamente porque está vazio.” Aleluia! Glória a Deus por isso! Esta é a nossa garantia, de que a nossa fé não é vã.
Nos primeiros séculos da era cristã, a borboleta era usada como símbolo da ressurreição. Mas sabemos que isto não é o que melhor simboliza a ressurreição. A marca da ressurreição está nas mãos de Cristo. Percebeu aí na leitura de hoje? As cicatrizes continuam lá, em Suas mãos. Mas... por que?
Se Deus ressuscitou Jesus da morte, por que Ele não restaurou seu corpo? Por que feridas? Por que a marca dos pregos que dava para sentir com as mãos? Será que a palavra do Evangelho está dizendo a nós na nossa espera: "Você não verá a Jesus até enxergar suas feridas"? Para John Vannorsdall, “de alguma forma ou outra, precisamos entender que o Cristo ressuscitado é sempre o Cristo ferido. Vivo, mas, nunca sarado. Livre da morte, mas, marcado para eternidade. Os surdos tem um sinal para Jesus. O dedo do meio de cada mão é colocado na centro da palma da outra mão. Jesus, eles sinalizam, é aquele com as mãos feridas. E quando eles tocam aquele lugar, eles lembram. Eles escutam o nome dEle na sua própria pele”.
Profundo!
Valdeci Júnior
Fátima Silva