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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Young's Literal Translation -
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|1 Samuel 25:2|
And [there is] a man in Maon, and his work [is] in Carmel; and the man [is] very great, and he hath three thousand sheep, and a thousand goats; and he is shearing his flock in Carmel.
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3
|1 Samuel 25:3|
And the name of the man [is] Nabal, and the name of his wife Abigail, and the woman [is] of good understanding, and of fair form, and the man [is] hard and evil [in] doings; and he [is] a Calebite.
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4
|1 Samuel 25:4|
And David heareth in the wilderness that Nabal is shearing his flock,
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5
|1 Samuel 25:5|
and David sendeth ten young men, and David saith to the young men, `Go ye up to Carmel, and ye have come in unto Nabal, and asked of him in my name of welfare,
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6
|1 Samuel 25:6|
and said thus: To life! and thou, peace; and thy house, peace; and all that thou hast -- peace!
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7
|1 Samuel 25:7|
and, now, I have heard that thou hast shearers; now, the shepherds whom thou hast have been with us, we have not put them to shame, nor hath anything been looked after by them, all the days of their being in Carmel.
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8
|1 Samuel 25:8|
`Ask thy young men, and they declare to thee, and the young men find grace in thine eyes, for on a good day we have come; give, I pray thee, that which thy hand findeth, to thy servants, and to thy son, to David.`
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9
|1 Samuel 25:9|
And the young men of David come in, and speak unto Nabal according to all these words, in the name of David -- and rest.
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10
|1 Samuel 25:10|
And Nabal answereth the servants of David and saith, `Who [is] David, and who the son of Jesse? to-day have servants been multiplied who are breaking away each from his master;
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11
|1 Samuel 25:11|
and I have taken my bread, and my water, and my flesh, which I slaughtered for my shearers, and have given [it] to men whom I have not known whence they [are]!`
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva