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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Young's Literal Translation -
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1
|2 Crônicas 19:1|
And Jehoshaphat king of Judah turneth back unto his house in peace to Jerusalem,
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|2 Crônicas 19:2|
and go out unto his presence doth Jehu son of Hanani, the seer, and saith unto king Jehoshaphat, `To give help to the wicked, and to those hating Jehovah, dost thou love? and for this against thee [is] wrath from before Jehovah,
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3
|2 Crônicas 19:3|
but good things have been found with thee, for thou hast put away the shrines out of the land, and hast prepared thy heart to seek God.`
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4
|2 Crônicas 19:4|
And Jehoshaphat dwelleth in Jerusalem, and he turneth back and goeth out among the people from Beer-Sheba unto the hill-country of Ephraim, and bringeth them back unto Jehovah, God of their fathers.
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5
|2 Crônicas 19:5|
And he establisheth judges in the land, in all the fenced cities of Judah, for every city,
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6
|2 Crônicas 19:6|
and saith unto the judges, `See what ye are doing -- for not for man do ye judge, but for Jehovah, who [is] with you in the matter of judgment;
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7
|2 Crônicas 19:7|
and now, let fear of Jehovah be upon you, observe and do, for there is not with Jehovah our God perverseness, and acceptance of faces, and taking of a bribe.`
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8
|2 Crônicas 19:8|
And also in Jerusalem hath Jehoshaphat appointed of the Levites, and of the priests, and of the heads of the fathers of Israel, for the judgment of Jehovah, and for strife; and they turn back to Jerusalem,
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9
|2 Crônicas 19:9|
and he layeth a charge upon them, saying, `Thus do ye do in the fear of Jehovah, in faithfulness, and with a perfect heart,
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10
|2 Crônicas 19:10|
and any strife that cometh in unto you of your brethren who are dwelling in their cities, between blood and blood, between law and command, statutes, and judgments, then ye have warned them and they become not guilty before Jehovah, and wrath hath not been on you and on your brethren; thus do ye do, and ye are not guilty.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva