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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Young's Literal Translation -
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1
|Deuteronômio 16:1|
`Observe the month of Abib -- and thou hast made a passover to Jehovah thy God, for in the month of Abib hath Jehovah thy God brought thee out of Egypt by night;
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2
|Deuteronômio 16:2|
and thou hast sacrificed a passover to Jehovah thy God, of the flock, and of the herd, in the place which Jehovah doth choose to cause His name to tabernacle there.
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3
|Deuteronômio 16:3|
`Thou dost not eat with it any fermented thing, seven days thou dost eat with it unleavened things, bread of affliction; for in haste thou hast come out of the land of Egypt; so that thou dost remember the day of thy coming out of the land of Egypt all days of thy life;
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4
|Deuteronômio 16:4|
and there is not seen with thee leaven in all thy border seven days, and there doth not remain of the flesh which thou dost sacrifice at evening on the first day till morning.
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5
|Deuteronômio 16:5|
`Thou art not able to sacrifice the passover within any of thy gates which Jehovah thy God is giving to thee,
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6
|Deuteronômio 16:6|
except at the place which Jehovah thy God doth choose to cause His name to tabernacle -- there thou dost sacrifice the passover in the evening, at the going in of the sun, the season of thy coming out of Egypt;
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7
|Deuteronômio 16:7|
and thou hast cooked and eaten in the place on which Jehovah thy God doth fix, and hast turned in the morning, and gone to thy tents;
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8
|Deuteronômio 16:8|
six days thou dost eat unleavened things, and on the seventh day [is] a restraint to Jehovah thy God; thou dost do no work.
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9
|Deuteronômio 16:9|
`Seven weeks thou dost number to thee; from the beginning of the sickle among the standing corn thou dost begin to number seven weeks,
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10
|Deuteronômio 16:10|
and thou hast made the feast of weeks to Jehovah thy God, a tribute of a free-will offering of thy hand, which thou dost give, as Jehovah thy God doth bless thee.
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva