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Young's Literal Translation -
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11
|Eclesiastes 2:11|
and I have looked on all my works that my hands have done, and on the labour that I have laboured to do, and lo, the whole [is] vanity and vexation of spirit, and there is no advantage under the sun!
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12
|Eclesiastes 2:12|
And I turned to see wisdom, and madness, and folly, but what [is] the man who cometh after the king? that which [is] already -- they have done it!
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13
|Eclesiastes 2:13|
And I saw that there is an advantage to wisdom above folly, like the advantage of the light above the darkness.
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14
|Eclesiastes 2:14|
The wise! -- his eyes [are] in his head, and the fool in darkness is walking, and I also knew that one event happeneth with them all;
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15
|Eclesiastes 2:15|
and I said in my heart, `As it happeneth with the fool, it happeneth also with me, and why am I then more wise?` And I spake in my heart, that also this [is] vanity:
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16
|Eclesiastes 2:16|
That there is no remembrance to the wise -- with the fool -- to the age, for that which [is] already, [in] the days that are coming is all forgotten, and how dieth the wise? with the fool!
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17
|Eclesiastes 2:17|
And I have hated life, for sad to me [is] the work that hath been done under the sun, for the whole [is] vanity and vexation of spirit.
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18
|Eclesiastes 2:18|
And I have hated all my labour that I labour at under the sun, because I leave it to a man who is after me.
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19
|Eclesiastes 2:19|
And who knoweth whether he is wise or foolish? yet he doth rule over all my labour that I have laboured at, and that I have done wisely under the sun! this also [is] vanity.
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20
|Eclesiastes 2:20|
And I turned round to cause my heart to despair concerning all the labour that I laboured at under the sun.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva