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Young's Literal Translation -
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25
|Efésios 4:25|
Wherefore, putting away the lying, speak truth each with his neighbour, because we are members one of another;
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26
|Efésios 4:26|
be angry and do not sin; let not the sun go down upon your wrath,
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27
|Efésios 4:27|
neither give place to the devil;
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28
|Efésios 4:28|
whoso is stealing let him no more steal, but rather let him labour, working the thing that is good with the hands, that he may have to impart to him having need.
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29
|Efésios 4:29|
Let no corrupt word out of your mouth go forth, but what is good unto the needful building up, that it may give grace to the hearers;
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30
|Efésios 4:30|
and make not sorrowful the Holy Spirit of God, in which ye were sealed to a day of redemption.
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31
|Efésios 4:31|
Let all bitterness, and wrath, and anger, and clamour, and evil-speaking, be put away from you, with all malice,
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32
|Efésios 4:32|
and become one to another kind, tender-hearted, forgiving one another, according as also God in Christ did forgive you.
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1
|Efésios 5:1|
Become, then, followers of God, as children beloved,
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2
|Efésios 5:2|
and walk in love, as also the Christ did love us, and did give himself for us, an offering and a sacrifice to God for an odour of a sweet smell,
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva