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Young's Literal Translation -
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|Efésios 3:6|
that the nations be fellow-heirs, and of the same body, and partakers of His promise in the Christ, through the good news,
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|Efésios 3:7|
of which I became a ministrant, according to the gift of the grace of God that was given to me, according to the working of His power;
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8
|Efésios 3:8|
to me -- the less than the least of all the saints -- was given this grace, among the nations to proclaim good news -- the untraceable riches of the Christ,
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9
|Efésios 3:9|
and to cause all to see what [is] the fellowship of the secret that hath been hid from the ages in God, who the all things did create by Jesus Christ,
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10
|Efésios 3:10|
that there might be made known now to the principalities and the authorities in the heavenly [places], through the assembly, the manifold wisdom of God,
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11
|Efésios 3:11|
according to a purpose of the ages, which He made in Christ Jesus our Lord,
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12
|Efésios 3:12|
in whom we have the freedom and the access in confidence through the faith of him,
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13
|Efésios 3:13|
wherefore, I ask [you] not to faint in my tribulations for you, which is your glory.
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14
|Efésios 3:14|
For this cause I bow my knees unto the Father of our Lord Jesus Christ,
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|Efésios 3:15|
of whom the whole family in the heavens and on earth is named,
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva