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Young's Literal Translation -
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1
|Jonas 2:1|
And Jonah prayeth unto Jehovah his God from the bowels of the fish.
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2
|Jonas 2:2|
And he saith: I called, because of my distress, to Jehovah, And He doth answer me, From the belly of sheol I have cried, Thou hast heard my voice.
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3
|Jonas 2:3|
When Thou dost cast me [into] the deep, Into the heart of the seas, Then the flood doth compass me, All Thy breakers and Thy billows have passed over me.
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4
|Jonas 2:4|
And I -- I said: I have been cast out from before Thine eyes, (Yet I add to look unto Thy holy temple!)
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5
|Jonas 2:5|
Compassed me have waters unto the soul, The deep doth compass me, The weed is bound to my head.
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6
|Jonas 2:6|
To the cuttings of mountains I have come down, The earth, her bars [are] behind me to the age. And Thou bringest up from the pit my life, O Jehovah my God.
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7
|Jonas 2:7|
In the feebleness within me of my soul Jehovah I have remembered, And come in unto Thee doth my prayer, Unto Thy holy temple.
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8
|Jonas 2:8|
Those observing lying vanities their own mercy forsake.
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9
|Jonas 2:9|
And I -- with a voice of thanksgiving -- I sacrifice to Thee, That which I have vowed I complete, Salvation [is] of Jehovah.
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10
|Jonas 2:10|
And Jehovah saith to the fish, and it vomiteth out Jonah on the dry land.
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Sugestões

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21 de março LAB 446
PENSANDO BEM...
Juízes 20-21
Laurence Richards, em seu livro The Teacher’s Coments, chamou-me a atenção para algo que eu nunca tinha pensado em relação ao livro de Juízes e a nossa sociedade moderna. Se você observar na sua Bíblia, ao terminar de ler esse livro, vai deparar-se com a frase: “Naquela época, não havia rei em Israel; cada um fazia o que lhe parecia certo.” Na realidade, essa frase repete-se várias vezes em Juízes. Ela deve nos levar a pensar sobre tudo o que possa existir na nossa conduta que não esteja alinhado com a vida que Deus descreve na Sua Lei. Este é o ponto.
Pense bem: nos dias atuais, os tribunais têm a tendência de definir o que é obsceno usando como critérios o que seriam chamados de “padrões da sociedade”. Ou seja, o que as pessoas de uma comunidade considerarem obscenidade será obscenidade, e o que considerarem não-obsceno não será obsceno. E, desafortunadamente, isso é óbvio. Mas minha pergunta é: O que você acha desse critério?
Será que a frase “Naquela época... cada um fazia o que lhe parecia certo” e esse sistema moderno de estabelecer a “justiça” têm algo em comum? É claro que tem tudo a ver. Obviamente também estamos errados. A(s) nossa(s) comunidade(s) deveria(m) estabelecer como definições legais os conceitos morais e não as ações de crime. Mas parece quase impossível, pois como isso seria feito, se existe tanto desacordo sobre o que vem a ser “certo” e o que vem a ser “errado”? O pós-modernismo, o pluralismo e o amor pelo “politicamente correto” nos fizeram, como sociedade, afocinharmos nessa fossa insegura.
“E agora?” É a mesma pergunta que poderia ser feita e ser respondida no período dos Juízes. Temos a Bíblia, eles tinham o Pentateuco e a história de Josué. A própria Palavra de Deus, através de Josué e de Moisés, já tinha advertido aquele povo que a desobediência também traz consigo a semeadura da autodestruição. O contexto daquela sociedade do fim do livro de Juízes mostra esse conceito de uma maneira muito clara. A única variação é que o deteriorar das coisas, às vezes, é um processo longo ou um processo curto, mas é um processo que acontece. Pode demorar porque em determinadas situações, o fruto mortal e amargo talvez demore algumas gerações para ficar maduro. Mas o “Assim Diz o Senhor” é certo. A mortandade que um dia foi anunciada vai chegar. O que Deus fala, de forma muito inconfundível e irredutível, é a expressão dos princípios nos quais precisamos nos basear para sermos bem conduzidos nesta vida.
E os princípios você já sabe como pode encontrar: fazendo a leitura bíblica diária.
Valdeci Júnior
Fátima Silva