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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Young's Literal Translation -
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|João 19:11|
Jesus answered, `Thou wouldst have no authority against me, if it were not having been given thee from above; because of this, he who is delivering me up to thee hath greater sin.`
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12
|João 19:12|
From this [time] was Pilate seeking to release him, and the Jews were crying out, saying, `If this one thou mayest release, thou art not a friend of Caesar; every one making himself a king, doth speak against Caesar.`
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13
|João 19:13|
Pilate, therefore, having heard this word, brought Jesus without -- and he sat down upon the tribunal -- to a place called, `Pavement,` and in Hebrew, Gabbatha;
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14
|João 19:14|
and it was the preparation of the passover, and as it were the sixth hour, and he saith to the Jews, `Lo, your king!`
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15
|João 19:15|
and they cried out, `Take away, take away, crucify him;` Pilate saith to them, `Your king shall I crucify?` the chief priests answered, `We have no king except Caesar.`
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16
|João 19:16|
Then, therefore, he delivered him up to them, that he may be crucified, and they took Jesus and led [him] away,
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17
|João 19:17|
and bearing his cross, he went forth to the place called [Place] of a Skull, which is called in Hebrew Golgotha;
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|João 19:18|
where they crucified him, and with him two others, on this side, and on that side, and Jesus in the midst.
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19
|João 19:19|
And Pilate also wrote a title, and put [it] on the cross, and it was written, `Jesus the Nazarene, the king of the Jews;`
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20
|João 19:20|
this title, therefore, read many of the Jews, because the place was nigh to the city where Jesus was crucified, and it was having been written in Hebrew, in Greek, in Roman.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva