-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Young's Literal Translation -
-
1
|Jó 16:1|
And Job answereth and saith: --
-
2
|Jó 16:2|
I have heard many such things, Miserable comforters [are] ye all.
-
3
|Jó 16:3|
Is there an end to words of wind? Or what doth embolden thee that thou answerest?
-
4
|Jó 16:4|
I also, like you, might speak, If your soul were in my soul`s stead. I might join against you with words, And nod at you with my head.
-
5
|Jó 16:5|
I might harden you with my mouth, And the moving of my lips might be sparing.
-
6
|Jó 16:6|
If I speak, my pain is not restrained, And I cease -- what goeth from me?
-
7
|Jó 16:7|
Only, now, it hath wearied me; Thou hast desolated all my company,
-
8
|Jó 16:8|
And Thou dost loathe me, For a witness it hath been, And rise up against me doth my failure, In my face it testifieth.
-
9
|Jó 16:9|
His anger hath torn, and he hateth me, He hath gnashed at me with his teeth, My adversary sharpeneth his eyes for me.
-
10
|Jó 16:10|
They have gaped on me with their mouth, In reproach they have smitten my cheeks, Together against me they set themselves.
-
-
Sugestões

Clique para ler Mateus 24-26
11 de outubro LAB 650
RELIGIÃO “DA BOCA PRA FORA”
Mateus 21-23
Conhece esta seita? A igreja “da boca pra fora”? Quer o endereço? Ela fica mais perto da sua casa, do que você imagina. É a tentação que temos de honrar a Deus com os lábios, mantendo-O longe do coração. É um perigo, como dizia uma antiga música secular romântica: “Perigo é ter você perto dos olhos, mas longe do coração”. A religião só é realmente religião quando acontece na prática. Mas o maior paradoxo que Jesus enfrentou foi a carência desta praticidade na vida das pessoas, diante da teoria que lhes circundava. E o enfrentamento era porque o Mestre não era assim. Pelo contrário, era autêntico. Autenticamente diferente do modismo religioso predominante.
Olhando por este prisma, você entende o Cristo, quando teatralizou o papel da entrada do Reino (Mateus 21:1-11). Quase todos os cambistas, vendedores, fregueses, freqüentadores e oficiantes do Templo não conseguiam enxergar por este lado. Por isto se escandalizaram. Nem os discípulos conseguiam ter o pé no chão com equilíbrio. E isto fazia com que não conseguissem vislumbrar as montanhas atrás da figueira. E a sua religiosidade, é uma tradição, uma profissão de fé, ou um viver autêntico? O que as suas crenças têm a ver com as suas práticas?
Não espante-se, por ser questionado. Jesus também o foi (21:23-27), de forma muito mais dura. E se você tiver dificuldades em responder a estas perguntas, não pense que suas respostas estejam longe. Não! Você não precisa ir à biblioteca, ao computador ou a um guru... não precisa de um defensor, um apologeta ou advogado, que lhe defenda. Não é necessário que se desgaste em uma busca cansativa, para apresentar um verdadeiro tratado que satisfaça tais questionamentos. Seria redundar na síndrome do teorismo morto.
Você não conhece pessoas ao seu redor que têm filhos, cônjuge e pais? Como se relacionam? Como você se relaciona com eles? É dos relacionamentos que precisamos aprender de Deus, e através dos relacionamentos que devemos testemunhar de Deus. Você não convive em ambiente de trabalho, em seu cotidiano? Quanto de idoneidade pode ser visto neste sistema de serviço? Tão visão transmite o quê, sobre a presença real de Deus em sua vida e na vida dos envolvidos? Você já lidou com dinheiro, fez negócios, comprou ou vendeu alguma coisa? Deu a César o que lhe era devido e a Deus o que Lhe pertencia? É nestas coisas corriqueiras da vida que a nossa verdadeira religiosidade está estampada (Mateus 22).
E o meu apelo é que, a partir das respostas aos questionamentos que lhe fiz, você tome a atitude de realizar mudanças práticas em sua vida cristã (Mateus 23).
Valdeci Júnior
Fátima Silva