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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Young's Literal Translation -
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11
|Juízes 19:11|
They [are] near Jebus, and the day hath gone greatly down, and the young man saith unto his lord, `Come, I pray thee, and we turn aside unto this city of the Jebusite, and lodge in it.`
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12
|Juízes 19:12|
And his lord saith unto him, `Let us not turn aside unto the city of a stranger, that is not of the sons of Israel, thither, but we have passed over unto Gibeah.`
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13
|Juízes 19:13|
And he saith to his young man, `Come, and we draw near to one of the places, and have lodged in Gibeah, or in Ramah.`
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14
|Juízes 19:14|
And they pass over, and go on, and the sun goeth in upon them near Gibeah, which is to Benjamin;
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15
|Juízes 19:15|
and they turn aside there to go in to lodge in Gibeah, and he goeth in and sitteth in a broad place of the city, and there is no man gathering them into the house to lodge.
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16
|Juízes 19:16|
And lo, a man, an aged one, hath come from his work from the field in the evening, and the man [is] of the hill-country of Ephraim, and he [is] a sojourner in Gibeah, and the men of the place [are] Benjamites.
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17
|Juízes 19:17|
And he lifteth up his eyes, and seeth the man, the traveller, in a broad place of the city, and the aged man saith, `Whither goest thou? and whence comest thou?`
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18
|Juízes 19:18|
And he saith unto him, `We are passing over from Beth-Lehem-Judah unto the sides of the hill-country of Ephraim -- thence I [am], and I go unto Beth-Lehem-Judah; and to the house of Jehovah I am going, and there is no man gathering me into the house,
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19
|Juízes 19:19|
and both straw and provender are for our asses, and also bread and wine there are for me, and for thy handmaid, and for the young man with thy servants; there is no lack of anything.`
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20
|Juízes 19:20|
And the old man saith, `Peace to thee; only, all thy lack [is] on me, only in the broad place lodge not.`
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Sugestões

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26 de maio LAB 512
NÃO PODERIA FALTAR A REGRA ÁUREA
Neemias 05-08
Em nosso comentário de hoje, quero destacar um ocorrido com os compatriotas de Neemias, que está descrito no capítulo 6 do seu livro. Na realidade, não era apenas um ocorrido, era um problemão.
Enquanto os israelitas estavam reconstruindo os muros de Jerusalém, surgiu a grave questão da opressão. Sabe como é, né? Os mais ricos se aproveitando dos mais pobres. Enquanto o rico ajuda o pobre, não está acontecendo nada mais que a obrigação social, na visão de que Deus deixou: mais recursos nas mãos de um que de outro justamente para aquele ajudar este. Quando passa disso para indiferença, cada um ficando na sua, e o rico não ajuda o pobre, não está acontecendo o que deveria acontecer, mas, muitas vezes, até que ainda dá para suportar.
Agora, quando o rico passa a sugar do mais pobre, fazendo-o sofrer só para se engordar cada vez mais, aí não dá para suportar. E era exatamente isso que estava acontecendo naquele contexto da leitura bíblica de hoje.
E o que isso tem a ver conosco? Talvez você pense: “Tudo bem, pastor. Sei que os Estados Unidos estão pecando e sendo injustos em enriquecer as nossas custas, nos explorando; sei que as multinacionais européias só sugam do Brasil para deixar a Europa mais rica enquanto ficamos mais pobres, mas o que posso fazer?” Às vezes, tendemos a pensar assim. É certo que não podemos mudar o mundo, mas podemos corrigir nossa conduta pessoal sobre esse assunto.
No livro “Southern Watchman”, encontrei o seguinte: “Os costumes do mundo não servem de critério para o cristão. Ele não deve imitar-lhe as práticas desonestas, as falcatruas e extorsões, mesmo que em pequenas questões. Todo ato injusto para com os semelhantes, embora sejam os mais vis pecadores, constitui uma violação da regra áurea. Toda injustiça aos filhos de Deus é efetuada contra o próprio Cristo na pessoa de Seus santos. Toda tentativa para tirar vantagens pessoais da ignorância, fraqueza ou infortúnio de outrem é registrada como fraude, nos livros do Céu.” Já pensou?
Na época de Neemias as transações financeiras injustas e opressivas ameaçavam o êxito do programa de construção e o bem-estar da nação. Essa experiência simplesmente realça o fato de que as nossas relações comerciais estão relacionadas com nossas crenças religiosas porque a moralidade e a religião precisam atuar juntas, na nossa vida, sempre. Seja nos seis dias da semana enquanto estamos trabalhando ou no sábado quando estamos adorando, sempre.
Lembre-se: A regra áurea deve servir de guia. Onde quer que for, faça aos outros o que gostaria que fizessem a você sempre. É A REGRA ÁUREA!
Valdeci Júnior
Fátima Silva