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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Young's Literal Translation -
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1
|Juízes 3:1|
And these [are] the nations which Jehovah left, to try Israel by them, all who have not known all the wars of Canaan;
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2
|Juízes 3:2|
(only for the sake of the generations of the sons of Israel`s knowing, to teach them war, only those who formerly have not known them) --
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3
|Juízes 3:3|
five princes of the Philistines, and all the Canaanite, and the Zidonian, and the Hivite inhabiting mount Lebanon, from mount Baal-Hermon unto the entering in of Hamath;
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4
|Juízes 3:4|
and they are to prove Israel by them, to know whether they obey the commands of Jehovah that He commanded their fathers by the hand of Moses.
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5
|Juízes 3:5|
And the sons of Israel have dwelt in the midst of the Canaanite, the Hittite, and the Amorite, and the Perizzite, and the Hivite, and the Jebusite,
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6
|Juízes 3:6|
and take their daughters to them for wives, and their daughters have given to their sons, and they serve their gods;
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7
|Juízes 3:7|
and the sons of Israel do the evil thing in the eyes of Jehovah, and forget Jehovah their God, and serve the Baalim and the shrines.
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8
|Juízes 3:8|
And the anger of Jehovah burneth against Israel, and He selleth them into the hand of Chushan-Rishathaim king of Aram-Naharaim, and the sons of Israel serve Chushan-Rishathaim eight years;
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9
|Juízes 3:9|
and the sons of Israel cry unto Jehovah, and Jehovah raiseth a saviour to the sons of Israel, and he saveth them -- Othniel son of Kenaz, Caleb`s younger brother;
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10
|Juízes 3:10|
and the Spirit of Jehovah is upon him, and he judgeth Israel, and goeth out to battle, and Jehovah giveth unto his hand Chushan-Rishathaim king of Aram, and strong is his hand against Chushan-Rishathaim;
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva