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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Young's Literal Translation -
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|Juízes 3:2|
(only for the sake of the generations of the sons of Israel`s knowing, to teach them war, only those who formerly have not known them) --
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3
|Juízes 3:3|
five princes of the Philistines, and all the Canaanite, and the Zidonian, and the Hivite inhabiting mount Lebanon, from mount Baal-Hermon unto the entering in of Hamath;
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4
|Juízes 3:4|
and they are to prove Israel by them, to know whether they obey the commands of Jehovah that He commanded their fathers by the hand of Moses.
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5
|Juízes 3:5|
And the sons of Israel have dwelt in the midst of the Canaanite, the Hittite, and the Amorite, and the Perizzite, and the Hivite, and the Jebusite,
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6
|Juízes 3:6|
and take their daughters to them for wives, and their daughters have given to their sons, and they serve their gods;
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7
|Juízes 3:7|
and the sons of Israel do the evil thing in the eyes of Jehovah, and forget Jehovah their God, and serve the Baalim and the shrines.
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8
|Juízes 3:8|
And the anger of Jehovah burneth against Israel, and He selleth them into the hand of Chushan-Rishathaim king of Aram-Naharaim, and the sons of Israel serve Chushan-Rishathaim eight years;
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9
|Juízes 3:9|
and the sons of Israel cry unto Jehovah, and Jehovah raiseth a saviour to the sons of Israel, and he saveth them -- Othniel son of Kenaz, Caleb`s younger brother;
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10
|Juízes 3:10|
and the Spirit of Jehovah is upon him, and he judgeth Israel, and goeth out to battle, and Jehovah giveth unto his hand Chushan-Rishathaim king of Aram, and strong is his hand against Chushan-Rishathaim;
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11
|Juízes 3:11|
and the land resteth forty years. And Othniel son of Kenaz dieth,
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva