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Young's Literal Translation -
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1
|Lamentações 4:1|
How is the gold become dim, Changed the best -- the pure gold? Poured out are stones of the sanctuary At the head of all out-places.
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2
|Lamentações 4:2|
The precious sons of Zion, Who are comparable with fine gold, How have they been reckoned earthen bottles, Work of the hands of a potter.
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3
|Lamentações 4:3|
Even dragons have drawn out the breast, They have suckled their young ones, The daughter of my people is become cruel, Like the ostriches in a wilderness.
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4
|Lamentações 4:4|
Cleaved hath the tongue of a suckling unto his palate with thirst, Infants asked bread, a dealer out they have none.
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5
|Lamentações 4:5|
Those eating of dainties have been desolate in out-places, Those supported on scarlet have embraced dunghills.
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6
|Lamentações 4:6|
And greater is the iniquity of the daughter of my people, Than the sin of Sodom, That was overturned as [in] a moment, And no hands were stayed on her.
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7
|Lamentações 4:7|
Purer were her Nazarites than snow, Whiter than milk, ruddier of body than rubies, Of sapphire their form.
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8
|Lamentações 4:8|
Darker than blackness hath been their visage, They have not been known in out-places, Cleaved hath their skin unto their bone, It hath withered -- it hath been as wood.
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9
|Lamentações 4:9|
Better have been the pierced of a sword Than the pierced of famine, For these flow away, pierced through, Without the increase of the field.
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10
|Lamentações 4:10|
The hands of merciful women have boiled their own children, They have been for food to them, In the destruction of the daughter of my people.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva