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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Young's Literal Translation -
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1
|Marcos 3:1|
And he entered again into the synagogue, and there was there a man having the hand withered,
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2
|Marcos 3:2|
and they were watching him, whether on the sabbaths he will heal him, that they might accuse him.
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3
|Marcos 3:3|
And he saith to the man having the hand withered, `Rise up in the midst.`
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4
|Marcos 3:4|
And he saith to them, `Is it lawful on the sabbaths to do good, or to do evil? life to save, or to kill?` but they were silent.
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5
|Marcos 3:5|
And having looked round upon them with anger, being grieved for the hardness of their heart, he saith to the man, `Stretch forth thy hand;` and he stretched forth, and his hand was restored whole as the other;
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6
|Marcos 3:6|
and the Pharisees having gone forth, immediately, with the Herodians, were taking counsel against him how they might destroy him.
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7
|Marcos 3:7|
And Jesus withdrew with his disciples unto the sea, and a great multitude from Galilee followed him, and from Judea,
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8
|Marcos 3:8|
and from Jerusalem, and from Idumea and beyond the Jordan; and they about Tyre and Sidon -- a great multitude -- having heard how great things he was doing, came unto him.
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9
|Marcos 3:9|
And he said to his disciples that a little boat may wait on him, because of the multitude, that they may not press upon him,
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10
|Marcos 3:10|
for he did heal many, so that they threw themselves on him, in order to touch him -- as many as had plagues;
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva