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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Young's Literal Translation -
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|Marcos 6:11|
and as many as may not receive you, nor hear you, going out thence, shake off the dust that is under your feet for a testimony to them; verily I say to you, It shall be more tolerable for Sodom or Gomorrah in a day of judgment than for that city.`
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|Marcos 6:12|
And having gone forth they were preaching that [men] might reform,
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|Marcos 6:13|
and many demons they were casting out, and they were anointing with oil many infirm, and they were healing [them].
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|Marcos 6:14|
And the king Herod heard, (for his name became public,) and he said -- `John the Baptist out of the dead was raised, and because of this the mighty powers are working in him.`
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|Marcos 6:15|
Others said -- `It is Elijah,` and others said -- `It is a prophet, or as one of the prophets.`
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16
|Marcos 6:16|
And Herod having heard, said -- `He whom I did behead -- John -- this is he; he was raised out of the dead.`
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17
|Marcos 6:17|
For Herod himself, having sent forth, did lay hold on John, and bound him in the prison, because of Herodias the wife of Philip his brother, because he married her,
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|Marcos 6:18|
for John said to Herod -- `It is not lawful to thee to have the wife of thy brother;`
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|Marcos 6:19|
and Herodias was having a quarrel with him, and was willing to kill him, and was not able,
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|Marcos 6:20|
for Herod was fearing John, knowing him a man righteous and holy, and was keeping watch over him, and having heard him, was doing many things, and hearing him gladly.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva