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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Young's Literal Translation -
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13
|Marcos 4:13|
And he saith to them, `Have ye not known this simile? and how shall ye know all the similes?
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14
|Marcos 4:14|
He who is sowing doth sow the word;
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15
|Marcos 4:15|
and these are they by the way where the word is sown: and whenever they may hear, immediately cometh the Adversary, and he taketh away the word that hath been sown in their hearts.
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16
|Marcos 4:16|
`And these are they, in like manner, who on the rocky ground are sown: who, whenever they may hear the word, immediately with joy do receive it,
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17
|Marcos 4:17|
and have not root in themselves, but are temporary; afterward tribulation or persecution having come because of the word, immediately they are stumbled.
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18
|Marcos 4:18|
`And these are they who toward the thorns are sown: these are they who are hearing the word,
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19
|Marcos 4:19|
and the anxieties of this age, and the deceitfulness of the riches, and the desires concerning the other things, entering in, choke the word, and it becometh unfruitful.
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20
|Marcos 4:20|
`And these are they who on the good ground have been sown: who do hear the word, and receive, and do bear fruit, one thirty-fold, and one sixty, and one an hundred.`
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21
|Marcos 4:21|
And he said to them, `Doth the lamp come that under the measure it may be put, or under the couch -- not that it may be put on the lamp-stand?
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22
|Marcos 4:22|
for there is not anything hid that may not be manifested, nor was anything kept hid but that it may come to light.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva