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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Young's Literal Translation -
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|Marcos 2:6|
And there were certain of the scribes there sitting, and reasoning in their hearts,
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|Marcos 2:7|
`Why doth this one thus speak evil words? who is able to forgive sins except one -- God?`
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|Marcos 2:8|
And immediately Jesus, having known in his spirit that they thus reason in themselves, said to them, `Why these things reason ye in your hearts?
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9
|Marcos 2:9|
which is easier, to say to the paralytic, The sins have been forgiven to thee? or to say, Rise, and take up thy couch, and walk?
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10
|Marcos 2:10|
`And, that ye may know that the Son of Man hath authority on the earth to forgive sins -- (he saith to the paralytic) --
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11
|Marcos 2:11|
I say to thee, Rise, and take up thy couch, and go away to thy house;`
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12
|Marcos 2:12|
and he rose immediately, and having taken up the couch, he went forth before all, so that all were astonished, and do glorify God, saying -- `Never thus did we see.`
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13
|Marcos 2:13|
And he went forth again by the sea, and all the multitude was coming unto him, and he was teaching them,
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14
|Marcos 2:14|
and passing by, he saw Levi of Alpheus sitting at the tax-office, and saith to him, `Be following me,` and he, having risen, did follow him.
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15
|Marcos 2:15|
And it came to pass, in his reclining (at meat) in his house, that many tax-gatherers and sinners were reclining (at meat) with Jesus and his disciples, for there were many, and they followed him.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva