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Young's Literal Translation -
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|Malaquias 1:1|
The burden of a word of Jehovah unto Israel by the hand of Malachi:
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|Malaquias 1:2|
I have loved you, said Jehovah, And ye have said, `In what hast Thou loved us?`
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3
|Malaquias 1:3|
Is not Esau Jacob`s brother? -- an affirmation of Jehovah, And I love Jacob, and Esau I have hated, And I make his mountains a desolation, And his inheritance for dragons of a wilderness.
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4
|Malaquias 1:4|
Because Edom saith, `We have been made poor, And we turn back and we build the wastes,` Thus said Jehovah of Hosts: They do build, and I do destroy, And [men] have called to them, `O region of wickedness,` `O people whom Jehovah defied to the age.`
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5
|Malaquias 1:5|
And your eyes do see, and ye say, `Magnified is Jehovah beyond the border of Israel,
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|Malaquias 1:6|
A son honoureth a father, and a servant his master. And if I [am] a father, where [is] Mine honour? And if I [am] a master, where [is] My fear? Said Jehovah of Hosts to you, O priests, despising My name! And ye have said: `In what have we despised Thy name?`
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7
|Malaquias 1:7|
Ye are bringing nigh on Mine altar polluted bread, And ye have said: `In what have we polluted Thee?` In your saying: `The table of Jehovah -- it [is] despicable,`
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8
|Malaquias 1:8|
And when ye bring nigh the blind for sacrifice, `There is no evil,` And when ye bring nigh the lame and sick, `There is no evil;` Bring it near, I pray thee, to thy governor -- Doth he accept thee? or doth he lift up thy face? Said Jehovah of Hosts.
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9
|Malaquias 1:9|
And now, appease, I pray thee, the face of God, And He doth favour us; From your own hand hath this been, Doth He accept of you appearances? Said Jehovah of Hosts.
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10
|Malaquias 1:10|
Who [is] even among you, And he shutteth the two-leaved doors? Yea, ye do not kindle Mine altar for nought, I have no pleasure in you, said Jehovah of Hosts, And a present I do not accept of your hand.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva