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Young's Literal Translation -
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1
|Malaquias 1:1|
The burden of a word of Jehovah unto Israel by the hand of Malachi:
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2
|Malaquias 1:2|
I have loved you, said Jehovah, And ye have said, `In what hast Thou loved us?`
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3
|Malaquias 1:3|
Is not Esau Jacob`s brother? -- an affirmation of Jehovah, And I love Jacob, and Esau I have hated, And I make his mountains a desolation, And his inheritance for dragons of a wilderness.
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4
|Malaquias 1:4|
Because Edom saith, `We have been made poor, And we turn back and we build the wastes,` Thus said Jehovah of Hosts: They do build, and I do destroy, And [men] have called to them, `O region of wickedness,` `O people whom Jehovah defied to the age.`
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5
|Malaquias 1:5|
And your eyes do see, and ye say, `Magnified is Jehovah beyond the border of Israel,
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6
|Malaquias 1:6|
A son honoureth a father, and a servant his master. And if I [am] a father, where [is] Mine honour? And if I [am] a master, where [is] My fear? Said Jehovah of Hosts to you, O priests, despising My name! And ye have said: `In what have we despised Thy name?`
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7
|Malaquias 1:7|
Ye are bringing nigh on Mine altar polluted bread, And ye have said: `In what have we polluted Thee?` In your saying: `The table of Jehovah -- it [is] despicable,`
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8
|Malaquias 1:8|
And when ye bring nigh the blind for sacrifice, `There is no evil,` And when ye bring nigh the lame and sick, `There is no evil;` Bring it near, I pray thee, to thy governor -- Doth he accept thee? or doth he lift up thy face? Said Jehovah of Hosts.
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9
|Malaquias 1:9|
And now, appease, I pray thee, the face of God, And He doth favour us; From your own hand hath this been, Doth He accept of you appearances? Said Jehovah of Hosts.
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10
|Malaquias 1:10|
Who [is] even among you, And he shutteth the two-leaved doors? Yea, ye do not kindle Mine altar for nought, I have no pleasure in you, said Jehovah of Hosts, And a present I do not accept of your hand.
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Sugestões

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26 de maio LAB 512
NÃO PODERIA FALTAR A REGRA ÁUREA
Neemias 05-08
Em nosso comentário de hoje, quero destacar um ocorrido com os compatriotas de Neemias, que está descrito no capítulo 6 do seu livro. Na realidade, não era apenas um ocorrido, era um problemão.
Enquanto os israelitas estavam reconstruindo os muros de Jerusalém, surgiu a grave questão da opressão. Sabe como é, né? Os mais ricos se aproveitando dos mais pobres. Enquanto o rico ajuda o pobre, não está acontecendo nada mais que a obrigação social, na visão de que Deus deixou: mais recursos nas mãos de um que de outro justamente para aquele ajudar este. Quando passa disso para indiferença, cada um ficando na sua, e o rico não ajuda o pobre, não está acontecendo o que deveria acontecer, mas, muitas vezes, até que ainda dá para suportar.
Agora, quando o rico passa a sugar do mais pobre, fazendo-o sofrer só para se engordar cada vez mais, aí não dá para suportar. E era exatamente isso que estava acontecendo naquele contexto da leitura bíblica de hoje.
E o que isso tem a ver conosco? Talvez você pense: “Tudo bem, pastor. Sei que os Estados Unidos estão pecando e sendo injustos em enriquecer as nossas custas, nos explorando; sei que as multinacionais européias só sugam do Brasil para deixar a Europa mais rica enquanto ficamos mais pobres, mas o que posso fazer?” Às vezes, tendemos a pensar assim. É certo que não podemos mudar o mundo, mas podemos corrigir nossa conduta pessoal sobre esse assunto.
No livro “Southern Watchman”, encontrei o seguinte: “Os costumes do mundo não servem de critério para o cristão. Ele não deve imitar-lhe as práticas desonestas, as falcatruas e extorsões, mesmo que em pequenas questões. Todo ato injusto para com os semelhantes, embora sejam os mais vis pecadores, constitui uma violação da regra áurea. Toda injustiça aos filhos de Deus é efetuada contra o próprio Cristo na pessoa de Seus santos. Toda tentativa para tirar vantagens pessoais da ignorância, fraqueza ou infortúnio de outrem é registrada como fraude, nos livros do Céu.” Já pensou?
Na época de Neemias as transações financeiras injustas e opressivas ameaçavam o êxito do programa de construção e o bem-estar da nação. Essa experiência simplesmente realça o fato de que as nossas relações comerciais estão relacionadas com nossas crenças religiosas porque a moralidade e a religião precisam atuar juntas, na nossa vida, sempre. Seja nos seis dias da semana enquanto estamos trabalhando ou no sábado quando estamos adorando, sempre.
Lembre-se: A regra áurea deve servir de guia. Onde quer que for, faça aos outros o que gostaria que fizessem a você sempre. É A REGRA ÁUREA!
Valdeci Júnior
Fátima Silva