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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Young's Literal Translation -
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31
|Mateus 12:31|
Because of this I say to you, all sin and evil speaking shall be forgiven to men, but the evil speaking of the Spirit shall not be forgiven to men.
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32
|Mateus 12:32|
And whoever may speak a word against the Son of Man it shall be forgiven to him, but whoever may speak against the Holy Spirit, it shall not be forgiven him, neither in this age, nor in that which is coming.
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33
|Mateus 12:33|
`Either make the tree good, and its fruit good, or make the tree bad, and its fruit bad, for from the fruit is the tree known.
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34
|Mateus 12:34|
`Brood of vipers! how are ye able to speak good things -- being evil? for out of the abundance of the heart doth the mouth speak.
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35
|Mateus 12:35|
The good man out of the good treasure of the heart doth put forth the good things, and the evil man out of the evil treasure doth put forth evil things.
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36
|Mateus 12:36|
`And I say to you, that every idle word that men may speak, they shall give for it a reckoning in a day of judgment;
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37
|Mateus 12:37|
for from thy words thou shalt be declared righteous, and from thy words thou shalt be declared unrighteous.`
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38
|Mateus 12:38|
Then answered certain of the scribes and Pharisees, saying, `Teacher, we will to see a sign from thee.`
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39
|Mateus 12:39|
And he answering said to them, `A generation, evil and adulterous, doth seek a sign, and a sign shall not be given to it, except the sign of Jonah the prophet;
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40
|Mateus 12:40|
for, as Jonah was in the belly of the fish three days and three nights, so shall the Son of Man be in the heart of the earth three days and three nights.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva