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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Young's Literal Translation -
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1
|Mateus 6:1|
`Take heed your kindness not to do before men, to be seen by them, and if not -- reward ye have not from your Father who [is] in the heavens;
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2
|Mateus 6:2|
whenever, therefore, thou mayest do kindness, thou mayest not sound a trumpet before thee as the hypocrites do, in the synagogues, and in the streets, that they may have glory from men; verily I say to you -- they have their reward!
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3
|Mateus 6:3|
`But thou, doing kindness, let not thy left hand know what thy right hand doth,
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4
|Mateus 6:4|
that thy kindness may be in secret, and thy Father who is seeing in secret Himself shall reward thee manifestly.
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5
|Mateus 6:5|
`And when thou mayest pray, thou shalt not be as the hypocrites, because they love in the synagogues, and in the corners of the broad places -- standing -- to pray, that they may be seen of men; verily I say to you, that they have their reward.
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6
|Mateus 6:6|
`But thou, when thou mayest pray, go into thy chamber, and having shut thy door, pray to thy Father who [is] in secret, and thy Father who is seeing in secret, shall reward thee manifestly.
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7
|Mateus 6:7|
`And -- praying -- ye may not use vain repetitions like the nations, for they think that in their much speaking they shall be heard,
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8
|Mateus 6:8|
be ye not therefore like to them, for your Father doth know those things that ye have need of before your asking him;
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9
|Mateus 6:9|
thus therefore pray ye: `Our Father who [art] in the heavens! hallowed be Thy name.
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10
|Mateus 6:10|
`Thy reign come: Thy will come to pass, as in heaven also on the earth.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva