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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Young's Literal Translation -
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31
|Mateus 15:31|
so that the multitudes did wonder, seeing dumb ones speaking, maimed whole, lame walking, and blind seeing; and they glorified the God of Israel.
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32
|Mateus 15:32|
And Jesus having called near his disciples, said, `I have compassion upon the multitude, because now three days they continue with me, and they have not what they may eat; and to let them away fasting I will not, lest they faint in the way.`
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33
|Mateus 15:33|
And his disciples say to him, `Whence to us, in a wilderness, so many loaves, as to fill so great a multitude?`
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34
|Mateus 15:34|
And Jesus saith to them, `How many loaves have ye?` and they said, `Seven, and a few little fishes.`
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35
|Mateus 15:35|
And he commanded the multitudes to sit down upon the ground,
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|Mateus 15:36|
and having taken the seven loaves and the fishes, having given thanks, he did break, and gave to his disciples, and the disciples to the multitude.
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37
|Mateus 15:37|
And they did all eat, and were filled, and they took up what was over of the broken pieces seven baskets full,
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|Mateus 15:38|
and those eating were four thousand men, apart from women and children.
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|Mateus 15:39|
And having let away the multitudes, he went into the boat, and did come to the borders of Magdala.
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Sugestões

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14 de junho LAB 531
É EMOCIONANTE, NÃO ACHA?
JÓ 38-42
É com muita alegria que escrevo o último comentário sobre o livro de Jó deste ano. O interessante disso é que neste final, vamos falar de começo, de princípio, de origem. Jó e seus amigos estavam questionando sobre a existência, mas haviam esquecido de algo básico. Quando Deus entra na discussão, Ele chama a atenção para isso.
Você quer saber qual é o sentido da sua existência? Então precisa saber de onde veio e para onde vai. Alexander Vom Stein escreveu um livro científico alemão, que aborda o criacionismo bíblico. Logo na introdução, o autor já começa discutindo essa questão. Segundo ele, todo ser pensante, um dia, já fez para si as seguintes perguntas: “De onde venho?”, “Pra onde vou?” e “Para que vivo?”. Essas, na realidade, são perguntas sobre a origem, o futuro e o destino da vida. Então, Stein comenta que “Se a origem e o desenvolvimento de todas as coisas é um processo aleatório, então a pergunta sobre o futuro de todas as coisas não pode ser respondida. E em processos aleatórios tampouco se pode encontrar sentido e objetivo. Por isso, a resposta a essa pergunta [De onde venho] é importante para todo ser humano – pois disso depende a procura por um sentido em nossa vida” (Criação, pág. 7).
Essa é uma grande realidade: precisamos saber de onde viemos. A pouco tempo, uma amiga apareceu no MSN para falar comigo. Ela pediu para eu assistir a um vídeo na internet. Perguntei sobre o que se tratava. Era sobre o parto do nascimento da sua filhinha. Logo disse não, pois não aguento assistir a essas coisas. Mas ela insistiu dizendo que não tinha sangue e que estava bem editado. Resolvi arriscar e assisti ao vídeo. Foi a coisa mais linda ver os médicos dando bom dia para aquele serzinho com cinco segundos de existência, entregar o ser humano que tinha um minuto de existência nas mãos do pai, e o pai mostrando para a mãe ver a filha antes que ela tivesse três minutos de vida.
Fiquei emocionado. É lindo, místico, fora da possibilidade de qualquer explicação a magia que esse momento envolve: ver o surgimento da vida. E por mais que os cientistas queiram parecer os sabichões, os semideuses, os sobre-humanos, qualquer um se sente pequeno diante da origem da vida. Todos se admiram do fato de que existem coisas que não dá para se explicar nem no laboratório mais avançado do mundo. Ironicamente, é a coisa mais simples do mundo. Nenhum cientista, de forma artificial, jamais conseguiu reproduzir esse fenômeno da Natureza porque nele está o toque de Deus.
É emocionante!
Valdeci Júnior
Fátima Silva