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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Young's Literal Translation -
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11
|Mateus 19:11|
And he said to them, `All do not receive this word, but those to whom it hath been given;
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12
|Mateus 19:12|
for there are eunuchs who from the mother`s womb were so born; and there are eunuchs who were made eunuchs by men; and there are eunuchs who kept themselves eunuchs because of the reign of the heavens: he who is able to receive [it] -- let him receive.`
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13
|Mateus 19:13|
Then were brought near to him children that he might put hands on them and pray, and the disciples rebuked them.
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14
|Mateus 19:14|
But Jesus said, `Suffer the children, and forbid them not, to come unto me, for of such is the reign of the heavens;`
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15
|Mateus 19:15|
and having laid on them [his] hands, he departed thence.
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16
|Mateus 19:16|
And lo, one having come near, said to him, `Good teacher, what good thing shall I do, that I may have life age-during?`
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17
|Mateus 19:17|
And he said to him, `Why me dost thou call good? no one [is] good except One -- God; but if thou dost will to enter into the life, keep the commands.`
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18
|Mateus 19:18|
He saith to him, `What kind?` And Jesus said, `Thou shalt not kill, thou shalt not commit adultery, thou shalt not steal, thou shalt not bear false witness,
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19
|Mateus 19:19|
honour thy father and mother, and, thou shalt love thy neighbor as thyself.`
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20
|Mateus 19:20|
The young man saith to him, `All these did I keep from my youth; what yet do I lack?`
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva