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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Young's Literal Translation -
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29
|Mateus 21:29|
And he answering said, `I will not,` but at last, having repented, he went.
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30
|Mateus 21:30|
`And having come to the second, he said in the same manner, and he answering said, I [go], sir, and went not;
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31
|Mateus 21:31|
which of the two did the will of the father?` They say to him, `The first.` Jesus saith to them, `Verily I say to you, that the tax-gatherers and the harlots do go before you into the reign of God,
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32
|Mateus 21:32|
for John came unto you in the way of righteousness, and ye did not believe him, and the tax-gatherers and the harlots did believe him, and ye, having seen, repented not at last -- to believe him.
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33
|Mateus 21:33|
`Hear ye another simile: There was a certain man, a householder, who planted a vineyard, and did put a hedge round it, and digged in it a wine-press, and built a tower, and gave it out to husbandmen, and went abroad.
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34
|Mateus 21:34|
`And when the season of the fruits came nigh, he sent his servants unto the husbandmen, to receive the fruits of it,
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35
|Mateus 21:35|
and the husbandmen having taken his servants, one they scourged, and one they killed, and one they stoned.
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36
|Mateus 21:36|
`Again he sent other servants more than the first, and they did to them in the same manner.
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37
|Mateus 21:37|
`And at last he sent unto them his son, saying, They will reverence my son;
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38
|Mateus 21:38|
and the husbandmen having seen the son, said among themselves, This is the heir, come, we may kill him, and may possess his inheritance;
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva