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Young's Literal Translation -
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1
|Tito 3:1|
Remind them to be subject to principalities and authorities, to obey rule, unto every good work to be ready,
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2
|Tito 3:2|
of no one to speak evil, not to be quarrelsome -- gentle, showing all meekness to all men,
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|Tito 3:3|
for we were once -- also we -- thoughtless, disobedient, led astray, serving desires and pleasures manifold, in malice and envy living, odious -- hating one another;
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4
|Tito 3:4|
and when the kindness and the love to men of God our Saviour did appear
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5
|Tito 3:5|
(not by works that [are] in righteousness that we did but according to His kindness,) He did save us, through a bathing of regeneration, and a renewing of the Holy Spirit,
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6
|Tito 3:6|
which He poured upon us richly, through Jesus Christ our Saviour,
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|Tito 3:7|
that having been declared righteous by His grace, heirs we may become according to the hope of life age-during.
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8
|Tito 3:8|
Stedfast [is] the word; and concerning these things I counsel thee to affirm fully, that they may be thoughtful, to be leading in good works -- who have believed God; these are the good and profitable things to men,
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9
|Tito 3:9|
and foolish questions, and genealogies, and contentions, and strivings about law, stand away from -- for they are unprofitable and vain.
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10
|Tito 3:10|
A sectarian man, after a first and second admonition be rejecting,
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Sugestões

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08 de junho LAB 525
BUSQUE A DEUS
JÓ 20-21
Na primeira parte da leitura de hoje (capítulo 20), aparece o discurso de Zofar, num tom sarcástico de acusação ao seu amigo Jó. Ele queria dar uma explicação para o sofrimento de Jó, jogando toda a responsabilidade da situação nas costas dele.
Em grande parte, esse discurso termina imitando o que os outros dois amigos, Bildade e Elifaz, já destacaram na discussão deles. A diferença é que Zofar vai mais ao ponto, inclusive, com mais hostilidade. Ele é muito sínico e insinua coisas terríveis como: “Ele tem oprimido os pobres e os tem deixado desamparados; apoderou-se de casas que não construiu” (verso 19). Zofar continua discriminando os crimes específicos que fazem dos ímpios pessoas culpadas, deixando a entender que Jó participava dessa “laia”.
E é com essa ignorante “cara de pau” que os amigos de Jó continuam afirmando que ele é merecedor de todas as desgraças que bateram à sua porta. Não se cansam de pensar assim e ainda fazem um grande esforço para convencê-lo a pensar da mesma forma. Ao levar Jó a reconhecer isso, quem sabe ele tomaria uma atitude que o livrasse da culpa que supostamente tivesse perante o Senhor. Os amigos de Jó acreditavam que ele só poderia achar o caminho de volta se reconhecesse o pensamento deles e agisse como eles achavam que ele deveria agir.
É claro que esses amigos não estavam fazendo nada mais que expressar o pensamento popular da época. Se compararmos isso com João 9:1-3, concluímos que não podemos estabelecer uma relação direta entre cada uma das ações humanas e todas as consequências de cada uma delas. Corremos o risco de nos enganar com isso, principalmente se a tentativa de relacionar os atos com as consequências estiver limitada a olhar numa perspectiva que se limite somente a esta vida. A variação disso tudo pode ser muito grande e muito além da nossa compreensão. Ou seja, se meter a querer interpretar absolutamente todos os fatos como os amigos de Jó estavam tentando fazer, é “dar murro em ponta de faca”.
Mas, apesar desse escrúpulo dos amigos de Jó, Deus ainda era o centro da vida dele (capítulo 21) e tinha participação em tudo o que ele já tinha feito. Jó tinha a consciência tranquila. Embora fosse um pecador, não era um “pecadeiro”. Essa integridade foi mantida no decorrer de toda a sua vida. E isso lhe ajudou a ficar em paz, mesmo diante de tantas acusações.
Embora o ser humano chegue ao fim dos seus recursos, sua saúde e até sua esperança, ainda pode encontrar conforto buscando a presença de Deus em sua vida.
Busque a Deus hoje!
Valdeci Júnior
Fátima Silva