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Young's Literal Translation -
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1
|Tito 3:1|
Remind them to be subject to principalities and authorities, to obey rule, unto every good work to be ready,
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|Tito 3:2|
of no one to speak evil, not to be quarrelsome -- gentle, showing all meekness to all men,
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|Tito 3:3|
for we were once -- also we -- thoughtless, disobedient, led astray, serving desires and pleasures manifold, in malice and envy living, odious -- hating one another;
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4
|Tito 3:4|
and when the kindness and the love to men of God our Saviour did appear
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5
|Tito 3:5|
(not by works that [are] in righteousness that we did but according to His kindness,) He did save us, through a bathing of regeneration, and a renewing of the Holy Spirit,
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6
|Tito 3:6|
which He poured upon us richly, through Jesus Christ our Saviour,
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|Tito 3:7|
that having been declared righteous by His grace, heirs we may become according to the hope of life age-during.
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|Tito 3:8|
Stedfast [is] the word; and concerning these things I counsel thee to affirm fully, that they may be thoughtful, to be leading in good works -- who have believed God; these are the good and profitable things to men,
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9
|Tito 3:9|
and foolish questions, and genealogies, and contentions, and strivings about law, stand away from -- for they are unprofitable and vain.
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10
|Tito 3:10|
A sectarian man, after a first and second admonition be rejecting,
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Sugestões

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02 de junho LAB 519
NÃO CAIA NA ARMADILHA
JÓ 03-05
Se você está em dia com sua leitura da Bíblia, está acompanhando um verdadeiro drama. Por um lado, é uma leitura gostosa de fazer, já que se trata de um conto curioso. Mas existem pessoas que desanimam a ler esse livro por diversas razões: há diálogos que trazem argumentos longamente repetitivos; pelo fato de que o livro é grande; por, às vezes, achar, enganadamente, que não se trataria de uma história real; e por outros equívocos mais desse tipo. Então, para você não cair nessa armadilha, quero apresentar um ponto de vista do teólogo Gerald Wheeler.
Wheeler comenta que esse livro tem deixado muitos leitores perplexos durante milhares de anos. O problema é que a maioria das pessoas folheia o começo e o fim do livro e faz uma conclusão de que Satanás é o responsável de todos os sofrimentos humanos e pronto. A realidade é que poucos se atrevem a cavar os mistérios mais profundos e a mensagem vital que estão contidos no restante do livro.
Perceba que o livro de Jó não se preocupa tanto em mostrar quem ou o que causa o sofrimento. Uma preocupação maior que essa é mostrar a forma como as pessoas reagem diante da provação. Vemos Jó lutando para entender como é possível que Deus inflija esse tipo de sofrimento para Seus servos fiéis. Os argumentos dos amigos de Jó são a parte mais patética da história, já que se esforçam para “preservar a fé”, mesmo que isso custasse o sacrifício das boas relações de amizade entre eles. De uma maneira geral, observa-se que os amigos de Jó parecem acreditar que Deus recompensa os justos e castiga os maus. E é engraçado que quando o mundo parece não se encaixar no padrão simplório que esses personagens pensam sobre a vida e a defendem, a posição teológica de cada um começa a titubear, mas parecem ficar desesperados para fazer qualquer coisa para conservar a opinião própria deles, mesmo que isso signifique destruir os outros.
É aí que vem o pé de guerra do livro de Jó. De um lado, Jó põe a responsabilidade do mal que está devastando sua vida nas costas de Deus. Os amigos, por outro lado, garantem que ele é um pecador. Aí Jó se ira contra Deus. Diante disso, seus amigos o pressionam, procurando seu “pecado oculto”, a suposta causa do sofrimento dele. Nesse diálogo, o eco que podemos ouvir é o das incompreensões teológicas de todos os tempos que, ironicamente, fazem muitos se desentenderem.
Mas enquanto o pecado e o sofrimento reinam neste mundo, deixe que o livro de Jó fale ao seu coração!
Valdeci Júnior
Fátima Silva