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Young's Literal Translation -
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|Tito 1:11|
whose mouth it behoveth to stop, who whole households do overturn, teaching what things it behoveth not, for filthy lucre`s sake.
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12
|Tito 1:12|
A certain one of them, a prophet of their own, said -- `Cretans! always liars, evil beasts, lazy bellies!`
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13
|Tito 1:13|
this testimony is true; for which cause convict them sharply, that they may be sound in the faith,
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14
|Tito 1:14|
not giving heed to Jewish fables and commands of men, turning themselves away from the truth;
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15
|Tito 1:15|
all things, indeed, [are] pure to the pure, and to the defiled and unstedfast [is] nothing pure, but of them defiled [are] even the mind and the conscience;
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16
|Tito 1:16|
God they profess to know, and in the works they deny [Him], being abominable, and disobedient, and unto every good work disapproved.
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1
|Tito 2:1|
And thou -- be speaking what doth become the sound teaching;
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2
|Tito 2:2|
aged men to be temperate, grave, sober, sound in the faith, in the love, in the endurance;
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3
|Tito 2:3|
aged women, in like manner, in deportment as doth become sacred persons, not false accusers, to much wine not enslaved, of good things teachers,
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4
|Tito 2:4|
that they may make the young women sober-minded, to be lovers of [their] husbands, lovers of [their] children,
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Sugestões

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26 de fevereiro LAB 423
POR CAUSA DO PODER OU POR CAUSA DO AMOR?
Deuteronômio 04-07
Certa vez, um menino estava sentado perto de uma porteira, que dava acesso a uma propriedade. Ele estava ali fazendo o papel de porteiro quando, de repente, diante dele estava, nada mais, nada menos que o poderoso imperador Napoleão Bonaparte, juntamente com todos os seus homens. E quando o grande e seus homens se aproximaram, querendo passar por aquela propriedade, tiveram um problema. O garoto, ousado, simplesmente teve a audácia de impedir o imperador.
- Não senhor! Por aqui o senhor não passa porque não pode! – o garoto disse.
Depois de argumentar um pouco, Napoleão já estava bravo. Zangado, ele gritou com o menino:
- Oh, rapaz, eu sou Napoleão Bonaparte, o imperador. Abra já este portão!
E agora? Muito educado, o menino tirou o chapéu e perguntou ao poderoso:
- Grande imperador, meu pai me deu uma ordem: não deixe ninguém passar. Aprendi que devo obedecer ao meu pai. Agora, me diga uma coisa, o senhor vai querer que eu desobedeça meu pai? Este portão está fechado por isso. É por isso que aqui ninguém passa, conforme meu pai determinou!
É... Parece que o garoto não tinha noção de que seu pai era só mais um, um simples camponês.
Então, Napoleão, como imperador, virou-se para seus generais e disse bem alto:
- Deem-me mil homens como este menino e conquistarei o mundo todo.
E daí ele deu meia volta e se foi por outro caminho.
Existem pessoas que acham tão difícil obedecer! Mas você sabe o que fazia com que aquele menino fosse tão obediente? O relacionamento com seu pai. Bem ali naquela porteira, no limite da estrada, pôde ser visto que o amor falou mais alto que o poder.
Agora, na encruzilhada da nossa leitura bíblica, nos encontramos com outro poderoso. Mas Ele não é só poderoso. Ele também é o pai do relacionamento próximo. E a discussão permanece: obediência. A grande questão é: obediência por causa do poder ou por causa do amor?
No começo da leitura, primeiro nosso Pai chega e conversa conosco sobre a importância da obediência, como ser obediente, o que obedecer... É um bate-papo legal! Mas também faz algumas proibições: “Olha, por essa porteira, não se pode passar.” Do verso 32 em diante, Ele deixa claro que é porque é Deus. É poderoso!
Se alguém tem dúvida, no capítulo cinco, as explicações estão bem detalhadas. Elas valem para hoje ainda. Mas no capítulo seis está a razão da obediência: o amor. É por amor que guardamos os mandamentos. E sabe qual é o fim da história? Leia o capítulo sete e você descobrirá.
Valdeci Júnior
Fátima Silva