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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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João Ferreira de Almeida Revista e Atualizada -
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|Jeremias 48:17|
Condoei-vos dele, todos os que estais ao seu redor e todos os que lhe sabeis o nome; dizei: Como se quebrou a vara forte, o cajado formoso!
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18
|Jeremias 48:18|
Desce da tua glória e assenta-te em terra sedenta, ó moradora, filha de Dibom; porque o destruidor de Moabe sobe contra ti e desfaz as tuas fortalezas.
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19
|Jeremias 48:19|
Põe-te no caminho e espia, ó moradora de Aroer; pergunta ao que foge e à que escapa: Que sucedeu?
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20
|Jeremias 48:20|
Moabe está envergonhado, porque foi abatido; uivai e gritai; anunciai em Arnom que Moabe está destruído.
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21
|Jeremias 48:21|
Também o julgamento veio sobre a terra da campina, sobre Holom, Jasa e Mefaate,
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22
|Jeremias 48:22|
sobre Dibom, Nebo e Bete-Diblataim,
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23
|Jeremias 48:23|
sobre Quiriataim, Bete-Gamul e Bete-Meom,
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24
|Jeremias 48:24|
sobre Queriote e Bozra, e até sobre todas as cidades da terra de Moabe, quer as de longe, quer as de perto.
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25
|Jeremias 48:25|
Está eliminado o poder de Moabe, e quebrado, o seu braço, diz o SENHOR.
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26
|Jeremias 48:26|
Embriagai-o, porque contra o SENHOR se engrandeceu; Moabe se revolverá no seu vômito e será ele também objeto de escárnio.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva