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João Ferreira de Almeida Revista e Atualizada -
- O banquete de Assuero
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|Ester 1:1|
Nos dias de Assuero, o Assuero que reinou, desde a Índia até à Etiópia, sobre cento e vinte e sete províncias,
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2
|Ester 1:2|
naqueles dias, assentando-se o rei Assuero no trono do seu reino, que está na cidadela de Susã,
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3
|Ester 1:3|
no terceiro ano de seu reinado, deu um banquete a todos os seus príncipes e seus servos, no qual se representou o escol da Pérsia e Média, e os nobres e príncipes das províncias estavam perante ele.
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4
|Ester 1:4|
Então, mostrou as riquezas da glória do seu reino e o esplendor da sua excelente grandeza, por muitos dias, por cento e oitenta dias.
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5
|Ester 1:5|
Passados esses dias, deu o rei um banquete a todo o povo que se achava na cidadela de Susã, tanto para os maiores como para os menores, por sete dias, no pátio do jardim do palácio real.
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6
|Ester 1:6|
Havia tecido branco, linho fino e estofas de púrpura atados com cordões de linho e de púrpura a argolas de prata e a colunas de alabastro. A armação dos leitos era de ouro e de prata, sobre um pavimento de pórfiro, de mármore, de alabastro e de pedras preciosas.
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7
|Ester 1:7|
Dava-se-lhes de beber em vasos de ouro, vasos de várias espécies, e havia muito vinho real, graças à generosidade do rei.
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8
|Ester 1:8|
Bebiam sem constrangimento, como estava prescrito, pois o rei havia ordenado a todos os oficiais da sua casa que fizessem segundo a vontade de cada um.
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9
|Ester 1:9|
Também a rainha Vasti deu um banquete às mulheres na casa real do rei Assuero.
- Vasti, a rainha, recusa assistir ao banquete
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10
|Ester 1:10|
Ao sétimo dia, estando já o coração do rei alegre do vinho, mandou a Meumã, Bizta, Harbona, Bigtá, Abagta, Zetar e Carcas, os sete eunucos que serviam na presença do rei Assuero,
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Sugestões

Clique para ler Lucas 23-24
27 de outubro LAB 666
SUBMISSÃO À VONTADE DE DEUS
Lucas 21-22
Da leitura de hoje, quero destacar apenas um verso:
“Vigiai, pois, a todo tempo, orando, para que possais escapar de todas estas coisas que têm de suceder e estar em pé na presença do Filho do homem (Lucas 21:36)”.
E sobre este verso, que apresentar-lhe o melhor texto que poderia encontrar, transcrito abaixo.
“Orem freqüentemente ao Pai celestial. Quanto mais vezes você se empenharem em oração, tanto mais serão atraídos em sagrada proximidade de Deus. O Espírito Santo fará intercessão pelo suplicante sincero, com gemidos inexprimíveis, e o coração será abrandado e sensibilizado pelo amor de Deus. As nuvens e sombras que Satanás lança em torno da vida serão espancadas pelos brilhantes raios do Sol da Justiça, e as recâmaras da mente e do coração serão iluminadas pela luz do Céu.
“Mas não desanimem se suas orações não parecem alcançar resposta imediata. O Senhor vê que a oração é muitas vezes misturada com coisas terrenas. Os homens oram pedindo aquilo que satisfaça seus desejos egoístas, e o Senhor não os atende da maneira que esperam. Leva-os através de provas e aflições, conduzindo-os através de humilhações, até que vejam mais claramente quais são suas necessidades. Ele não dá aos homens aquilo que satisfaça um apetite pervertido, e que se demonstraria um mal ao agente humano, tornando-o uma desonra para Deus. Não concede aos homens aquilo que satisfaça suas ambições, resultando apenas em exaltação própria. Quando vamos a Deus, temos de ser submissos e contritos de coração, subordinando tudo a Sua sagrada vontade.
“No jardim do Getsêmani, Cristo orou ao Pai, dizendo: “Meu Pai, se possível, passa de Mim este cálice!” O cálice que Ele pedia que fosse removido, e que se aparentava tão amargo a Sua vida, era o cálice da separação de Deus, em conseqüência do pecado do mundo. Aquele que era perfeitamente inocente e irrepreensível diante de Deus Se tornou como alguém que fosse culpado, de modo que o culpado pudesse ser perdoado e permanecer inocente diante de Deus. Quando Lhe foi assegurado que o mundo não poderia ser salvo a não ser através de Seu sacrifício, Ele afirmou: “Todavia, não seja como Eu quero, e sim como Tu queres” (Mt 26:39). O espírito de submissão revelado por Cristo ao apresentar a Deus Sua oração é o espírito que é aceitável a Deus. Que o pecador sinta sua necessidade, seu desamparo, sua nulidade; sejam invocadas todas as suas energias, num sincero desejo de auxílio, e o socorro virá (LC, p. 89).”
Fonte: Ellen White, “Jesus Meu Modelo – Meditações Diárias” (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira), 10 de janeiro, página 17.
Tenha um bom dia!
Valdeci Júnior
Fátima Silva