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      13 de janeiro LAB 379

      TODO SONHO VEM DE DEUS?
      Gênesis 40-42

      Alberto Ronald Timm, Ph.D, em seu artigo na Revista “Sinais dos Tempos” de julho de 1999, nos explica que determinar a natureza específica de cada sonho de uma pessoa é um assunto muito complexo e subjetivo. Além dos “sonhos mentirosos” e não autênticos (Jeremias 23:32; 29:8 e 9), existem dois grandes grupos de sonhos reais. O primeiro e mais comum deles é o formado pelos sonhos naturais, que fazem parte do processo normal de descanso durante o sono e cujo conteúdo pode apresentar-se de forma organizada ou desorganizada. Uma vez que “das muitas ocupações brotam sonhos” (Eclesiastes 5:3), é provável que pessoas envolvidas em assuntos religiosos acabem sonhando com eles, sem que tais sonhos sejam de origem sobrenatural.
      Já o segundo grupo básico de sonhos é formado pelos sonhos sobrenaturais, que podem ser de origem divina ou satânica. Os sonhos de origem divina têm, normalmente, um propósito salvífico bem definido e podem ser concedidos tanto aos profetas verdadeiros (Números 12:6) quanto a pessoas comuns (Joel 2:28; Gênesis 451; Daniel 2). Os de origem satânica são quase sempre fascinantes e podem conter meias-verdades para confundir. Suas predições podem até se cumprir, mas eles tendem a afastar a pessoa de Deus e de Sua vontade (Jeremias 29:8; Mateus 24:24; 1Pedro 5:8).
      Tanto os sonhos naturais como os sobrenaturais podem ter um conteúdo religioso. O simples fato de Deus conceder um sonho sobrenatural a alguém não transforma essa pessoa automaticamente num profeta (Gênesis 41; Daniel 2). O chamado para o ministério profético é algo diferente e bem mais abrangente. A atitude de atribuir a Deus a origem de todos os sonhos de cunho religioso e de buscar sempre um significado especial para o seu conteúdo é perigosa.
      Somos advertidos por Deus de que os sonhos devem permanecer subordinados às Escrituras. “O profeta que tem um sonho, conte o sonho, e o que tem a minha palavra, fale a minha palavra com fidelidade. Pois o que tem a palha a ver com o trigo?, pergunta o SENHOR. À lei e aos mandamentos! Se eles não falarem conforme esta palavra, vocês jamais verão a luz!” (Jeremias 23:28; Isaías 8:20; Mateus 7:21-23; Gálatas 1:8-9, 1João 2:4; 4:1).
      Sonhos jamais são usados por Deus como um fim em si mesmos, mas apenas como um meio de nos aproximar mais dEle e de Sua Palavra (ver João 20:29). Nossa fé não deve ser dependente de tais meios, possíveis de serem usados também por Satanás. Se você tiver um sonho que julga ser divino, mas não tem certeza, antes de ter completo esclarecimento, tente apenas extrair dele uma lição positiva para a vida.


      Valdeci Júnior
      Fátima Silva



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      •   João Ferreira de Almeida Revista e Atualizada

      • Capítulo 13
      • 26     |Mateus 13:26| E, quando a erva cresceu e produziu fruto, apareceu também o joio.
                   
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      • 27     |Mateus 13:27| Então, vindo os servos do dono da casa, lhe disseram: Senhor, não semeaste boa semente no teu campo? Donde vem, pois, o joio?
                   
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      • 28     |Mateus 13:28| Ele, porém, lhes respondeu: Um inimigo fez isso. Mas os servos lhe perguntaram: Queres que vamos e arranquemos o joio?
                   
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      • 29     |Mateus 13:29| Não! Replicou ele, para que, ao separar o joio, não arranqueis também com ele o trigo.
                   
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      • 30     |Mateus 13:30| Deixai-os crescer juntos até à colheita, e, no tempo da colheita, direi aos ceifeiros: ajuntai primeiro o joio, atai-o em feixes para ser queimado; mas o trigo, recolhei-o no meu celeiro.
                   
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      • A parábola do grão de mostarda
      • 31     |Mateus 13:31| Outra parábola lhes propôs, dizendo: O reino dos céus é semelhante a um grão de mostarda, que um homem tomou e plantou no seu campo;
                   
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      • 32     |Mateus 13:32| o qual é, na verdade, a menor de todas as sementes, e, crescida, é maior do que as hortaliças, e se faz árvore, de modo que as aves do céu vêm aninhar-se nos seus ramos.
                   
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      • A parábola do fermento
      • 33     |Mateus 13:33| Disse-lhes outra parábola: O reino dos céus é semelhante ao fermento que uma mulher tomou e escondeu em três medidas de farinha, até ficar tudo levedado.
                   
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      • Por que Jesus falou por parábolas
      • 34     |Mateus 13:34| Todas estas coisas disse Jesus às multidões por parábolas e sem parábolas nada lhes dizia;
                   
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      • 35     |Mateus 13:35| para que se cumprisse o que foi dito por intermédio do profeta: Abrirei em parábolas a minha boca; publicarei coisas ocultas desde a criação [do mundo].
                   
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