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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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João Ferreira de Almeida Corrigida e Revisada, Fiel -
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38
|1 Crônicas 4:38|
Estes, registrados por seus nomes, foram príncipes nas suas famílias; e as famílias de seus pais se multiplicaram abundantemente.
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39
|1 Crônicas 4:39|
E chegaram até à entrada de Gedor, ao oriente do vale, a buscar pasto para os seus rebanhos.
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40
|1 Crônicas 4:40|
E acharam pasto fértil e terra espaçosa, e quieta, e descansada; porque os de Cão haviam habitado ali antes.
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41
|1 Crônicas 4:41|
Estes, pois, que estão descritos por seus nomes, vieram nos dias de Ezequias, rei de Judá, e derrubaram as tendas e habitações dos que se acharam ali, e as destruíram totalmente até o dia de hoje, e habitaram em seu lugar; porque ali havia pasto para os seus rebanhos.
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42
|1 Crônicas 4:42|
Também deles, dos filhos de Simeão, quinhentos homens foram às montanhas de Seír; levaram por cabeças a Pelatias, e a Nearias, e a Refaías, e a Uziel, filhos de Isi.
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43
|1 Crônicas 4:43|
E feriram o restante dos que escaparam dos amalequitas, e habitaram ali até o dia de hoje.
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1
|1 Crônicas 5:1|
Quanto aos filhos de Rúben, o primogênito de Israel (pois ele era o primogênito; mas porque profanara a cama de seu pai, deu-se a sua primogenitura aos filhos de José, filho de Israel; de modo que não foi contado, na genealogia da primogenitura,
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2
|1 Crônicas 5:2|
Porque Judá foi poderoso entre seus irmãos, e dele veio o soberano; porém a primogenitura foi de José).
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3
|1 Crônicas 5:3|
Foram, pois, os filhos de Rúben, o primogênito de Israel: Enoque, Palu, Hezrom, e Carmi.
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4
|1 Crônicas 5:4|
Os filhos de Joel: Semaías, seu filho; Gogue, seu filho; Simei, seu filho;
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva