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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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João Ferreira de Almeida Corrigida e Revisada, Fiel -
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1
|1 Crônicas 7:1|
E quanto aos filhos de Issacar, foram: Tola, Pua, Jasube e Sinrom, quatro.
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2
|1 Crônicas 7:2|
E os filhos de Tola foram: Uzi, Refaías, Jeriel, Jamai, Ibsão e Semuel, chefes das casas de seus pais, descendentes de Tola, homens valentes nas suas gerações; o seu número, nos dias de Davi, foi de vinte e dois mil e seiscentos.
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3
|1 Crônicas 7:3|
E o filho de Uzi: Izraías; e os filhos de Izraías foram: Mical, Obadias, Joel e Issias; todos estes cinco chefes.
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4
|1 Crônicas 7:4|
E houve com eles nas suas gerações, segundo as suas casas paternas, em tropas de guerra, trinta e seis mil; porque tiveram muitas mulheres e filhos.
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5
|1 Crônicas 7:5|
E seus irmãos, em todas as famílias de Issacar, homens valentes, foram oitenta e sete mil, todos contados pelas suas genealogias.
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6
|1 Crônicas 7:6|
Os filhos de Benjamim foram: Belá, e Bequer, e Jediael, três.
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7
|1 Crônicas 7:7|
E os filhos de Belá: Esbom, e Uzi, e Uziel, e Jerimote, e Iri, cinco chefes da casa dos pais, homens valentes que foram contados pelas suas genealogias, vinte e dois mil e trinta e quatro.
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8
|1 Crônicas 7:8|
E os filhos de Bequer: Zemira, Joás, Eliezer, Elioenai, Onri, Jerimote, Abias, Anatote, e Alemete; todos estes foram filhos de Bequer.
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9
|1 Crônicas 7:9|
E foram contados pelas suas genealogias, segundo as suas gerações, e chefes das casas de seus pais, homens valentes, vinte mil e duzentos.
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10
|1 Crônicas 7:10|
E foi o filho de Jediael, Bilã; e os filhos de Bilã foram Jeús, Benjamim, Eude, Quenaaná, Zetã, Társis e Aisaar.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva