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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby -
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3
|2 Crônicas 26:3|
Ozias était âgé de seize ans lorsqu'il commença de régner; et il régna cinquante-deux ans à Jérusalem; et le nom de sa mère était Jecolia, de Jérusalem.
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4
|2 Crônicas 26:4|
Et il fit ce qui est droit aux yeux de l'Éternel, selon tout ce qu'avait Amatsia, son père.
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5
|2 Crônicas 26:5|
Et il rechercha Dieu pendant les jours de Zacharie, qui avait l'intelligence des visions de Dieu; et pendant les jours où il rechercha l'Éternel, Dieu le fit prospérer.
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6
|2 Crônicas 26:6|
Et il sortit, et fit la guerre contre les Philistins, et abattit la muraille de Gath, et la muraille de Jabné, et la muraille d'Asdod; et il bâtit des villes au milieu d'Asdod et au milieu des Philistins.
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7
|2 Crônicas 26:7|
Et Dieu l'aida contre les Philistins, et contre les Arabes qui habitaient à Gur-Baal, et contre les Maonites.
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8
|2 Crônicas 26:8|
Et les Ammonites apportèrent des présents à Ozias: et son renom parvint jusqu'à l'entrée de l'Égypte, car il était devenu extrêmement fort.
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9
|2 Crônicas 26:9|
Et Ozias bâtit des tours à Jérusalem, sur la porte du coin, et sur la porte de la vallée, et sur l'angle, et les fortifia;
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10
|2 Crônicas 26:10|
et il bâtit des tours dans le désert, et creusa beaucoup de puits, car il avait beaucoup de bétail dans le pays plat et sur le plateau, et des laboureurs et des vignerons dans les montagnes et en Carmel; car il aimait la campagne.
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11
|2 Crônicas 26:11|
Et Ozias avait une armée pour faire la guerre, allant au combat par bandes, selon le chiffre de leur recensement fait par la main de Jehiel, le scribe, et de Maascéïa, l'intendant, sous la main de Hanania, l'un des chefs du roi.
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12
|2 Crônicas 26:12|
Tout le nombre des chefs des pères, des hommes forts et vaillants, était de deux mille six cents.
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Sugestões

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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva