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Darby -
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|2 Timóteo 4:10|
car Démas m'a abandonné, ayant aimé le présent siècle; et il s'en est allé à Thessalonique, Crescens en Galatie, Tite en Dalmatie;
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|2 Timóteo 4:11|
Luc seul est avec moi. Prends Marc et amène-le avec toi, car il m'est utile pour le service.
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12
|2 Timóteo 4:12|
Or j'ai envoyé Tychique à Éphèse.
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|2 Timóteo 4:13|
Quand tu viendras, apporte le manteau que j'ai laissé en Troade chez Carpus, et les livres, spécialement les parchemins.
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14
|2 Timóteo 4:14|
Alexandre, l'ouvrier en cuivre, a montré envers moi beaucoup de méchanceté; le Seigneur lui rendra selon ses oeuvres.
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|2 Timóteo 4:15|
Garde-toi aussi de lui, car il s'est fort opposé à nos paroles.
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|2 Timóteo 4:16|
Dans ma première défense, personne n'a été avec moi, mais tous m'ont abandonné: que cela ne leur soit pas imputé.
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|2 Timóteo 4:17|
Mais le Seigneur s'est tenu près de moi et m'a fortifié, afin que par moi la prédication fût pleinement accomplie et que toutes les nations l'entendissent; et j'ai été délivré de la gueule du lion.
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|2 Timóteo 4:18|
Le Seigneur me délivrera de toute mauvaise oeuvre et me conservera pour son royaume céleste. A lui la gloire, aux siècles des siècles! Amen.
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|2 Timóteo 4:19|
Salue Prisca et Aquilas et la maison d'Onésiphore.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva