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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby -
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45
|João 5:45|
Ne pensez pas que moi, je vous accuserai devant le Père; il y en a un qui vous accuse, Moïse en qui vous espérez.
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46
|João 5:46|
Car si vous croyiez Moïse, vous me croiriez aussi;
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47
|João 5:47|
car lui a écrit de moi. Mais si vous ne croyez pas ses écrits, comment croirez-vous mes paroles?
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1
|João 6:1|
Après ces choses Jésus s'en alla de l'autre côté de la mer de Galilée, qui est la mer de Tibérias.
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2
|João 6:2|
Et une grande foule le suivit, parce qu'ils voyaient les miracles qu'il faisait sur ceux qui étaient malades.
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3
|João 6:3|
Et Jésus monta sur la montagne, et s'assit là avec ses disciples.
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4
|João 6:4|
Or la Pâque, la fête des Juifs, était proche.
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5
|João 6:5|
Jésus donc, ayant levé les yeux, et voyant qu'une grande foule venait à lui, dit à Philippe: D'où achèterons-nous des pains, afin que ceux-ci mangent?
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6
|João 6:6|
Mais il disait cela pour l'éprouver, car lui savait ce qu'il allait faire.
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7
|João 6:7|
Philippe lui répondit: Pour deux cents deniers de pain ne leur suffirait pas, pour que chacun en reçût quelque peu.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva