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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby -
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40
|João 18:40|
Ils s'écrièrent donc tous encore, disant: Non pas celui-ci, mais Barabbas. Or Barabbas était un brigand.
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|João 19:1|
Alors donc Pilate prit Jésus et le fit fouetter.
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2
|João 19:2|
Et les soldats, ayant tressé une couronne d'épines, la mirent sur sa tête, et le vêtirent d'un vêtement de pourpre,
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3
|João 19:3|
et vinrent à lui et dirent: Salut, roi des Juifs! Et ils lui donnaient des soufflets.
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4
|João 19:4|
Et Pilate sortit encore et leur dit: Voici, je vous l'amène dehors, afin que vous sachiez que je ne trouve en lui aucun crime.
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5
|João 19:5|
Jésus donc sortit dehors, portant la couronne d'épines et le vêtement de pourpre. Et il leur dit: Voici l'homme!
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6
|João 19:6|
Quand donc les principaux sacrificateurs et les huissiers le virent, ils s'écrièrent, disant: Crucifie, crucifie-le! Pilate leur dit: Prenez-le, vous, et le crucifiez; car moi je ne trouve pas de crime en lui.
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7
|João 19:7|
Les Juifs lui répondirent: Nous avons une loi, et selon notre loi il doit mourir, car il s'est fait Fils de Dieu.
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|João 19:8|
Quand donc Pilate entendit cette parole, il craignit davantage,
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|João 19:9|
et il entra de nouveau dans le prétoire, et dit à Jésus: D'où es-tu? Et Jésus ne lui donna pas de réponse.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva