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Darby -
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|Rute 1:11|
Et Naomi dit: Retournez, mes filles; pourquoi iriez-vous avec moi? Ai-je encore des fils dans mon sein, de sorte qu'ils soient vos maris?
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|Rute 1:12|
Retournez, mes filles, allez; car je suis trop vieille pour être à un mari; si je disais que j'en ai l'espérance, quand cette nuit même je serais à un mari, et que même j'enfanterais des fils:
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13
|Rute 1:13|
attendriez-vous pour cela jusqu'à ce qu'ils fussent grands? Resteriez-vous pour cela sans être à un mari? Non, mes filles; car je suis dans une plus grande amertume que vous, car la main de l'Éternel s'est étendue contre moi.
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|Rute 1:14|
Et elles élevèrent leur voix, et pleurèrent encore; et Orpa baisa sa belle-mère, mais Ruth s'attacha à elle.
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|Rute 1:15|
Et Naomi dit: Voici, ta belle-soeur est retournée vers son peuple et vers ses dieux; retourne-t'en après ta belle-soeur.
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|Rute 1:16|
Et Ruth dit: Ne me prie pas de te laisser, pour que je m'en retourne d'avec toi; car où tu iras, j'irai, et où tu demeureras, je demeurerai: ton peuple sera mon peuple, et ton Dieu sera mon Dieu.
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|Rute 1:17|
Là où tu mourras, je mourrai et j'y serai enterrée. Ainsi me fasse l'Éternel, et ainsi il y ajoute, si la mort seule ne me sépare de toi!
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|Rute 1:18|
Et Naomi vit qu'elle était résolue d'aller avec elle, et elle cessa de lui parler.
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|Rute 1:19|
Et elles marchèrent les deux jusqu'à ce qu'elles arrivèrent à Bethléhem. Et il arriva que, comme elles entraient dans Bethléhem, toute la ville s'émut à leur sujet; et les femmes disaient: Est-ce là Naomi?
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|Rute 1:20|
Et elle leur dit: Ne m'appelez pas Naomi, appelez-moi Mara; car le Tout-puissant m'a remplie d'amertume.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva