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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Young's Literal Translation -
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|Atos 26:11|
and in every synagogue, often punishing them, I was constraining [them] to speak evil, being also exceedingly mad against them, I was also persecuting [them] even unto strange cities.
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12
|Atos 26:12|
`In which things, also, going on to Damascus -- with authority and commission from the chief priests --
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|Atos 26:13|
at mid-day, I saw in the way, O king, out of heaven, above the brightness of the sun, shining round about me a light -- and those going on with me;
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14
|Atos 26:14|
and we all having fallen to the earth, I heard a voice speaking unto me, and saying in the Hebrew dialect, Saul, Saul, why me dost thou persecute? hard for thee against pricks to kick!
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15
|Atos 26:15|
`And I said, Who art thou, Lord? and he said, I am Jesus whom thou dost persecute;
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16
|Atos 26:16|
but rise, and stand upon thy feet, for for this I appeared to thee, to appoint thee an officer and a witness both of the things thou didst see, and of the things [in which] I will appear to thee,
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17
|Atos 26:17|
delivering thee from the people, and the nations, to whom now I send thee,
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|Atos 26:18|
to open their eyes, to turn [them] from darkness to light, and [from] the authority of the Adversary unto God, for their receiving forgiveness of sins, and a lot among those having been sanctified, by faith that [is] toward me.
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19
|Atos 26:19|
`Whereupon, king Agrippa, I was not disobedient to the heavenly vision,
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20
|Atos 26:20|
but to those in Damascus first, and to those in Jerusalem, to all the region also of Judea, and to the nations, I was preaching to reform, and to turn back unto God, doing works worthy of reformation;
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva