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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Young's Literal Translation -
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|Atos 25:8|
he making defence -- `Neither in regard to the law of the Jews, nor in regard to the temple, nor in regard to Caesar -- did I commit any sin.`
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|Atos 25:9|
And Festus willing to lay on the Jews a favour, answering Paul, said, `Art thou willing, to Jerusalem having gone up, there concerning these things to be judged before me?`
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|Atos 25:10|
and Paul said, `At the tribunal of Caesar I am standing, where it behoveth me to be judged; to Jews I did no unrighteousness, as thou dost also very well know;
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|Atos 25:11|
for if indeed I am unrighteous, and anything worthy of death have done, I deprecate not to die; and if there is none of the things of which these accuse me, no one is able to make a favour of me to them; to Caesar I appeal!`
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|Atos 25:12|
then Festus, having communed with the council, answered, `To Caesar thou hast appealed; to Caesar thou shalt go.`
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|Atos 25:13|
And certain days having passed, Agrippa the king, and Bernice, came down to Caesarea saluting Festus,
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|Atos 25:14|
and as they were continuing there more days, Festus submitted to the king the things concerning Paul, saying, `There is a certain man, left by Felix, a prisoner,
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|Atos 25:15|
about whom, in my being at Jerusalem, the chief priests and the elders of the Jews laid information, asking a decision against him,
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|Atos 25:16|
unto whom I answered, that it is not a custom of Romans to make a favour of any man to die, before that he who is accused may have the accusers face to face, and may receive place of defence in regard to the charge laid against [him].
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|Atos 25:17|
`They, therefore, having come together -- I, making no delay, on the succeeding [day] having sat upon the tribunal, did command the man to be brought,
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva