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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Young's Literal Translation -
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|Atos 24:15|
having hope toward God, which they themselves also wait for, [that] there is about to be a rising again of the dead, both of righteous and unrighteous;
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|Atos 24:16|
and in this I do exercise myself, to have a conscience void of offence toward God and men always.
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17
|Atos 24:17|
`And after many years I came, about to do kind acts to my nation, and offerings,
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18
|Atos 24:18|
in which certain Jews from Asia did find me purified in the temple, not with multitude, nor with tumult,
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19
|Atos 24:19|
whom it behoveth to be present before thee, and to accuse, if they had anything against me,
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20
|Atos 24:20|
or let these same say if they found any unrighteousness in me in my standing before the sanhedrim,
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21
|Atos 24:21|
except concerning this one voice, in which I cried, standing among them -- Concerning a rising again of the dead I am judged to-day by you.`
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|Atos 24:22|
And having heard these things, Felix delayed them -- having known more exactly of the things concerning the way -- saying, `When Lysias the chief captain may come down, I will know fully the things concerning you;`
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|Atos 24:23|
having given also a direction to the centurion to keep Paul, to let [him] also have liberty, and to forbid none of his own friends to minister or to come near to him.
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|Atos 24:24|
And after certain days, Felix having come with Drusilla his wife, being a Jewess, he sent for Paul, and heard him concerning the faith toward Christ,
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva