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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Young's Literal Translation -
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25
|Atos 24:25|
and he reasoning concerning righteousness, and temperance, and the judgment that is about to be, Felix, having become afraid, answered, `For the present be going, and having got time, I will call for thee;`
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26
|Atos 24:26|
and at the same time also hoping that money shall be given to him by Paul, that he may release him, therefore, also sending for him the oftener, he was conversing with him;
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27
|Atos 24:27|
and two years having been fulfilled, Felix received a successor, Porcius Festus; Felix also willing to lay a favour on the Jews, left Paul bound.
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1
|Atos 25:1|
Festus, therefore, having come into the province, after three days went up to Jerusalem from Caesarea,
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2
|Atos 25:2|
and the chief priest and the principal men of the Jews made manifest to him [the things] against Paul, and were calling on him,
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3
|Atos 25:3|
asking favour against him, that he may send for him to Jerusalem, making an ambush to put him to death in the way.
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4
|Atos 25:4|
Then, indeed, Festus answered that Paul is kept in Caesarea, and himself is about speedily to go on thither,
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5
|Atos 25:5|
`Therefore those able among you -- saith he -- having come down together, if there be anything in this man -- let them accuse him;`
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6
|Atos 25:6|
and having tarried among them more than ten days, having gone down to Caesarea, on the morrow having sat upon the tribunal, he commanded Paul to be brought;
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7
|Atos 25:7|
and he having come, there stood round about the Jews who have come down from Jerusalem -- many and weighty charges they are bringing against Paul, which they were not able to prove,
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva