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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Young's Literal Translation -
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21
|Êxodo 1:21|
and it cometh to pass, because the midwives have feared God, that He maketh for them households;
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22
|Êxodo 1:22|
and Pharaoh layeth a charge on all his people, saying, `Every son who is born -- into the River ye do cast him, and every daughter ye do keep alive.`
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1
|Êxodo 2:1|
And there goeth a man of the house of Levi, and he taketh the daughter of Levi,
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2
|Êxodo 2:2|
and the woman conceiveth, and beareth a son, and she seeth him that he [is] fair, and she hideth him three months,
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3
|Êxodo 2:3|
and she hath not been able any more to hide him, and she taketh for him an ark of rushes, and daubeth it with bitumen and with pitch, and putteth the lad in it, and putteth [it] in the weeds by the edge of the River;
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4
|Êxodo 2:4|
and his sister stationeth herself afar off, to know what is done to him.
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5
|Êxodo 2:5|
And a daughter of Pharaoh cometh down to bathe at the River, and her damsels are walking by the side of the River, and she seeth the ark in the midst of the weeds, and sendeth her handmaid, and she taketh it,
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6
|Êxodo 2:6|
and openeth, and seeth him -- the lad, and lo, a child weeping! and she hath pity on him, and saith, `This is [one] of the Hebrews` children.`
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7
|Êxodo 2:7|
And his sister saith unto the daughter of Pharaoh, `Do I go? when I have called for thee a suckling woman of the Hebrews, then she doth suckle the lad for thee;`
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8
|Êxodo 2:8|
and the daughter of Pharaoh saith to her, `Go;` and the virgin goeth, and calleth the mother of the lad,
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva