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Basic English Bible -
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1
|Neemias 1:1|
The history of Nehemiah, the son of Hacaliah. Now it came about, in the month Chislev, in the twentieth year, when I was in Shushan, the king's town,
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2
|Neemias 1:2|
That Hanani, one of my brothers, came with certain men from Judah; and in answer to my request for news of the Jews who had been prisoners and had got away, and of Jerusalem,
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3
|Neemias 1:3|
They said to me, The small band of Jews now living there in the land are in great trouble and shame: the wall of Jerusalem has been broken down, and its doorways burned with fire.
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4
|Neemias 1:4|
Then, after hearing these words, for some days I gave myself up to weeping and sorrow, seated on the earth; and taking no food I made prayer to the God of heaven,
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5
|Neemias 1:5|
And said, O Lord, the God of heaven, the great God, greatly to be feared, keeping faith and mercy with those who have love for him and are true to his laws:
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6
|Neemias 1:6|
Let your ear now take note and let your eyes be open, so that you may give ear to the prayer of your servant, which I make before you at this time, day and night, for the children of Israel, your servants, while I put before you the sins of the children of Israel, which we have done against you: truly, I and my father's people are sinners.
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7
|Neemias 1:7|
We have done great wrong against you, and have not kept the orders, the rules, and the decisions, which you gave to your servant Moses.
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8
|Neemias 1:8|
Keep in mind, O Lord, the order you gave your servant Moses, saying, If you do wrong I will send you wandering among the peoples:
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9
|Neemias 1:9|
But if you come back to me and keep my orders and do them, even if those of you who have been forced out are living in the farthest parts of heaven, I will get them from there, and take them back to the place marked out by me for the resting-place of my name.
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10
|Neemias 1:10|
Now these are your servants and your people, whom you have made yours by your great power and by your strong hand.
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva