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Leia por capÃtulosComentário sobre a Leitura BÃblica de Hoje
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Nova Versão Internacional -
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|2 Crônicas 9:21|
O rei tinha uma frota de navios mercantes [30] tripulados por marinheiros do rei Hirão. Cada três anos a frota voltava, trazendo ouro, prata, marfim, macacos e pavões.
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|2 Crônicas 9:22|
O rei Salomão era o mais rico e o mais sábio de todos os reis da terra.
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|2 Crônicas 9:23|
Estes pediam audiência a Salomão para ouvirem a sabedoria que Deus lhe tinha dado.
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|2 Crônicas 9:24|
Ano após ano, todos os que vinham traziam algum presente: utensÃlios de prata e de ouro, mantos, armas e especiarias, cavalos e mulas.
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|2 Crônicas 9:25|
Salomão possuÃa quatro mil estábulos para cavalos e carros e doze mil cavalos [31], dos quais mantinha uma parte nas guarnições de algumas cidades e a outra perto dele, em Jerusalém.
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|2 Crônicas 9:26|
Ele dominava sobre todos os reis desde o Eufrates [32] até a terra dos filisteus, junto à fronteira do Egito.
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|2 Crônicas 9:27|
O rei tornou a prata tão comum em Jerusalém quanto as pedras, e o cedro tão numeroso quanto as figueiras bravas da Sefelá.
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|2 Crônicas 9:28|
Os cavalos de Salomão eram importados do Egito e de todos os outros paÃses.
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|2 Crônicas 9:29|
Os demais acontecimentos do reinado de Salomão, desde o inÃcio até o fim, estão escritos nos relatos do profeta Natã, nas profecias do silonita AÃas e nas visões do vidente Ido acerca de Jeroboão, filho de Nebate.
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|2 Crônicas 9:30|
Salomão reinou quarenta anos em Jerusalém, sobre todo o Israel.
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Sugestões

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23 de agosto LAB 601
PERICULOSIDADE
Jeremias 42-44
O Jeremias foi parar no Egito. Ele não queria ir para lá, de jeito nenhum. Ele falara para o povo que eles não deveriam ir. E ele só foi para lá, por ter sido forçado pelas circunstâncias da teimosia do povo. Mas, fazer o quê!
Você já passou por isso? Por uma circunstância desagradável, pela qual você não gostaria de ter passado. A princÃpio você evita, mas depois, a situação foge do seu controle, e, por causa dos outros, você também acaba se lascando. Nestas horas, é difÃcil ficar de boca fechada.
Foi o que aconteceu com o Jeremias que foi parar em Dafne, na fronteira nordeste do Egito. Dafne não seria o ponto final da migração dos judeus que acompanhavam Joanã naquela fuga. Dali eles se espalhariam. Mas, o fato é que, durante a pausa em Dafne, Jeremias recebeu uma mensagem do Senhor. E deveria apresentá-la em forma dramatizada, como as do cinto de linho e do vaso quebrado, que já apresentara anteriormente.
A obstinação do povo era tanta que nada mais, nem a mensagem, as palavras ou as encenações de Jeremias, tinha efeito. Quão fácil era-lhes torcer os fatos e interpretá-los segundo seus preconceitos e preferência. Qual fácil é também que isso aconteça conosco hoje. É um perigo. Quando o povo de Deus chega a esse ponto, o que mais um profeta de Deus pode fazer?
Diante da inutilidade dos argumentos, Jeremias apela para o futuro: a história diria quem tinha razão. Que levassem sua maldade às últimas conseqüências. Veriam com seus próprios olhos, e em sua própria carne, a palavra de quem subsistiria, a sua, ou a do Senhor. Deus então declara que Seu nome não mais seria pronunciado em vão por um só judeu vivendo no Egito. Seriam todos consumidos pela espada e pela fome. Os que sobreviveriam e teriam ocasião de voltar à sua terra constituiriam um número diminuto.
Um sinal finalmente lhes é dado como prova de que a palavra do Senhor é que prevaleceria. Tinham se refugiado à sombra de Faraó-Hofra (Apries - 589 a 570 d.C). Pois bem, Hofra seria entregue na mão de seus inimigos, que o fariam perecer. E realmente, ele perdeu sua vida numa rebelião, sendo sucedido por Amasis.
Os teimosos judeus ficaram perdidos. O maior problema daquele povo foi confundir permissão divina com vontade divina. Uma coisa é o que Deus quer, outra coisa é o que Deus, até certo ponto, tolera. E cair na zona da tolerância é um perigo. Porque tudo fica passÃvel de ser confundido, e, na penumbra cinzenta, vem o pior: o sincretismo.
O melhor é procurar fazer a vontade de Deus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva