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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Nova Versão Internacional -
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1
|2 Crônicas 12:1|
Depois que Roboão se fortaleceu e se firmou como rei, ele e todo o Israel [34] abandonaram a lei do SENHOR.
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2
|2 Crônicas 12:2|
Por terem sido infiéis ao SENHOR, Sisaque, rei do Egito, atacou Jerusalém no quinto ano do reinado de Roboão.
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3
|2 Crônicas 12:3|
Com mil e duzentos carros de guerra, sessenta mil cavaleiros e um exército incontável de líbios, suquitas e etíopes [35], que vieram do Egito com ele,
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4
|2 Crônicas 12:4|
conquistou as cidades fortificadas de Judá e chegou até Jerusalém.
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5
|2 Crônicas 12:5|
Então o profeta Semaías apresentou-se a Roboão e aos líderes de Judá que se haviam reunido em Jerusalém, fugindo de Sisaque, e lhes disse: “Assim diz o SENHOR: ‘Vocês me abandonaram; por isso eu agora os abandono, entregando-os a Sisaque’”.
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6
|2 Crônicas 12:6|
Os líderes de Israel e o rei se humilharam e disseram: “O SENHOR é justo”.
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7
|2 Crônicas 12:7|
Quando o SENHOR viu que eles se humilharam, veio a Semaías esta palavra do SENHOR: “Visto que eles se humilharam, não os destruirei, mas em breve lhes darei livramento. Minha ira não será derramada sobre Jerusalém por meio de Sisaque.
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8
|2 Crônicas 12:8|
Eles, contudo, ficarão sujeitos a ele, para que aprendam a diferença entre servir a mim e servir aos reis de outras terras”.
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9
|2 Crônicas 12:9|
Quando Sisaque, rei do Egito, atacou Jerusalém, levou todos os tesouros do templo do SENHOR e do palácio real, inclusive os escudos de ouro que Salomão havia feito.
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10
|2 Crônicas 12:10|
Por isso o rei Roboão mandou fazer escudos de bronze para substituí-los e os entregou aos chefes da guarda da entrada do palácio real.
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Sugestões

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20 de maio LAB 506
EM TEMPO DE CRISE
2Crônicas 32-33
Ontem, comentei sobre Ezequias e tudo de bom que ele foi e fez. Porém, como nada é perfeito, na leitura de hoje, encontramos um problemão que Ezequias enfrentou. Desafio-lhe a complementar e entender melhor essa história em 2Reis 18-19.
Depois que Ezequias e o povo estavam há anos pagando impostos aos assírios - o povo que dominava a região, na época - e Ezequias ter então decidido se rebelar, os assírios vieram com tudo para cima deles. O profeta Isaías avisou Ezequias para ficar “bonzinho” (Isaías 30-313), mas ele não quis dar ouvidos! Os assírios, súditos de Senaqueribe, vieram do norte massacrando o reino de Israel, deixando terror e destruição por onde passavam. E agora estavam batendo à porta dos judeus. Quando se viu ameaçado, Ezequias mudou de ideia rapidamente e enviou o imposto que devia, mas aí não adiantava mais. Havia muitas taxas devido às multas de atraso.
Senaqueribe exigiu que os judeus se rendessem completamente. Novamente, Ezequias se recusou a fazer. A impressão que temos é de que houve duas invasões assírias, mas não é possível definir isso direito no texto bíblico. Não se sabe ao certo onde terminaria uma e começaria a outra. Mas num desses ataques, os assírios fizeram uma advertência aos judeus, dizendo que nem Deus os salvaria.
As palavras de Senaqueribe pareciam convincentes, pois nenhum dos deuses das outras nações tinha livrado ninguém das mãos dos poderosos assírios. Então, o que iria fazer os judeus pensarem que Seu Deus faria algo melhor por eles?
“Não ouçam Ezequias; rendam-se a mim e livrem-se do mesmo destino que tiveram esses outros que confiaram em seus deuses.” Imagine que você fosse um dos judeus dentro dos muros da cidade, tendo do lado de fora um exército numeroso e feroz, zombando do seu Deus e oferecendo promessas maravilhosas, desde que se rendesse. Mas, “o povo permaneceu calado e nada disse em resposta, pois o rei tinha ordenado: Não lhe respondam” (2Reis 18:36). Suponha que, no lugar de Ezequias, fosse o rei Acaz ou Jeorão, que tinham estado em profunda apostasia e liderado o povo assim. Judá estaria tão disposto a obedecer? Por que Ezequias conseguiu que eles confiassem nele e nas promessas de libertação de Deus? Perceba o papel que a reforma de Ezequias teve em ajudar a fortalecer a fé do povo de que Deus os livraria. O resultado seria diferente se não tivesse o reavivamento.
A sabedoria espiritual para discernir entre o certo e o errado na hora da crise não chega na hora da crise. Ela é adquirida antes, na proporção do quanto buscamos a Deus nos tempos de paz.
Valdeci Júnior
Fátima Silva